Lupas (806)
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A essência do Mercenário Tagarela condensada, da violência ao melodrama cafona. Seu humor também é característico (principalmente as quebras de quarta parede) e protege o aspecto mais frágil do longa: sua estrutura, que mais parece parodiar convenções dos filmes de super-heróis, vide a abordagem irônica e excessiva de flashbacks e de um ato final grandioso.
Rodrigo Torres | Em 18 de Julho de 2019.
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O tal do "filme político sem propaganda" de que o cinema brasileiro precisa para ~deixar de ser pobre.
Rodrigo Torres | Em 17 de Julho de 2019.
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O terror fantástico de King como base de reflexão sobre outros temas em uma de suas melhores adaptações cinematográficas. Com a devida alternância entre o horror gráfico, quando Pennywise e todo seu arcabouço sobrenatural materializam dramas mundanos, e uma dramaturgia sofisticada que só sugestiona eventos mais delicados e torna seus jovens personagens mais complexos e maduros. Entre a proposta (inteligente em explorar essa onda de nostalgia oitentista) e a execução, o filme é todo excelência.
Rodrigo Torres | Em 29 de Junho de 2019.
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Craig Zahler sedimenta um baita início de carreira, com três obras diferentes entre si alocáveis em gêneros tradicionais bem definidos (um faroeste, um filme de assalto), porém absolutamente autorais. O diretor sabe o que quer quando dilata o tempo e a secura de seu universo para acentuar uma violência atroz -- e alçar Dragged Across Concrete como mais que um exercício de seu estilo e grafismo, mas sim como uma das melhores experiências do ano no cinema.
Rodrigo Torres | Em 18 de Junho de 2019.
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Os Irmãos Russo não conseguem contornar um problema previsto (a necessidade de reverter a aniquilação de Thanos de modo sucinto e coeso) e as 2 primeiras horas do filme são muito irregulares, até truncadas. Depois, acerta com louvor logo onde não poderia errar, reunindo as melhores cenas de todo o UCM. Épico!
Rodrigo Torres | Em 26 de Abril de 2019.
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Uma sequência que parece retribuir a recepção positiva do anterior e radicalizar suas virtudes, assim resultando em muita cinefilia, encenação evocativa dos games, mais estilo e mitologia, ainda mais tiro e porrada. Breve senão: o subplot subterrâneo.
Rodrigo Torres | Em 09 de Abril de 2019.
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Ainda mais errático que o antecessor, extenso, sombrio e inócuo ao nível do insuportável — até em seus "grandes momentos". Que feito! Triste desperdício.
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.
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A experiência mais divertida dentre todos os filmes da DC, colorido e brega ao extremo em todos os aspectos. Apesar disso, Adam West consegue produzir uma atuação complexa, que transita entre a seriedade e fina ironia à bizarria das situações. Memorável.
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.
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Intenso e dinâmico. Humor que diverte. A trama integra e confere personalidade a todos os super-heróis. Se o vilão é visualmente ruim, sua força imprime urgência e instrumentaliza o Superman. Enfim, um filme injustiçado pelo retrospecto anterior da DC.
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.
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O fundo do poço da DC. (Assim espero.)
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.
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Curioso pensar que a bizarra onipresença de Richard Pryor na divulgação condizia com a obra — e sua total desconexão com a franquia. Findo o pastelão, o Superman surge para salvar o filme em si e bagunça ainda mais o que já era bizarro. Tragicômico.
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.
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A sequência em Themyscira soa como um prólogo longo demais, mas é o que há de melhor nessa bela fraude sintetizada pela salvação do dia pelas mãos de Chris Pine em seu final atroz. Falho na integração de Diana, na construção de humor, vilões, trama, tudo.
Rodrigo Torres | Em 08 de Abril de 2019.