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The Batman | Robert Pattinson ficou "furioso" quando vazaram sua escalação

Robert Pattinson estava a caminho de Cannes, para a première de mais um filme alternativo em seu currículo recente (O Farol, de Robert Eggers), quando uma fonte vazou que ele seria o protagonista de The Batman. Em entrevista à Variety, o ator conta que sua reação não foi de satisfação — e justo porque é seu sonho de infância vestir o traje do Cavaleiro das Trevas. E porque não estava nada certo ainda. Nenhum teste. Nenhum contrato assinado. O astro foi tomado pelo medo de a Warner Bros. desistir dele após toda a repercussão em torno de sua possível escalação como o novo Homem-Morcego.

"Quando aquilo vazou, eu fiquei furioso", conta Pattinson, soltando um palavrão para definir seu desespero no dia. "Todos ficamos transtornados. Todos na minha equipe entramos em pânico. Eu pensei que aquilo estragaria tudo", disse o ator, lembrando que não parava de buscar alguma notícia indicando que ele não seria mais cotado pela Warner para ser o novo Batman. Seu desespero era tamanho diante da tela do celular que o homem ao seu lado se inclinou em sua direção e disse "Alô", chamando sua atenção. E o homem era importante...

"Eu estava ao lado do Christopher McQuarrie!", diz Pattinson. "Eu nunca o tinha visto. 'Ai, meu Deus!' Ele me viu no Google por uma hora!", ele conta, revelando que o diretor da elogiada franquia Missão: Impossível (habemus furo?!) foi extremamente gentil e compreensível. "Não se preocupe", disse McQuarrie, assentindo: "Eu provavelmente estaria fazendo a mesma coisa."

Após o estrelato na Saga Crepúsculo, Robert Pattinson transformou sua carreira após Cosmópolis. Além do próprio David Cronenberg, em Mapas Para as Estrelas, o então astro teen passou a enfileirar um filme atrás do outro com cineastas consagrados. Gente como James Gray (A Cidade Perdida de Z), os Irmãos Safdie (Bom Comportamento), Claire Denis (High Life) e David Michôd (A Caçada e O Rei) ofereceu papéis desafiadores e o ator entregou trabalhos de excelência. Algo assim ele não encontraria no dito "cinemão" de Hollywood.

"Nos filmes grandes, em geral, os papéis não são tão interessantes - ao menos as coisas que chegavam até mim", disse ele, somando que foi bom se afastar dos holofotes e dos cliques dos paparazzi após o sucesso de Crepúsculo. Passado todo aquele furor, Pattinson consegue encarar The Batman sem o "certo medo" que ele sentiria se tivesse feito um filme desse tamanho logo após a franquia em que viveu o vampiro Edward Cullen. "Acho que eu, provavelmente, ficaria um pouco nervoso."

Voltando à sua infância em Londres, Inglaterra, Robert Pattinson lembra que cresceu vendo os filmes do Batman de Tim Burton. "Quando eu era criança, essa era a única fantasia que eu tinha", conta ele, recusando-se a dizer onde e como ele se vestia como o Pequeno Morcego. "Se eu contar isso em uma entrevista é que eu vou ouvir muito insulto", ele brinca, com um sorriso nervoso, mas prometendo contar daqui a uns anos, se for bem no papel.

Por fim, Robert Pattinson revelou um certo otimismo, até surpresa, com as reações mistas à sua escalação como Bruce Wayne. "Para ser honesto, [a recepção] foi menos virulenta do que eu estava esperando", disse ele, que se sente à vontade com a desconfiança de seus detratores. "É muito mais divertido quando você é o azarão. Não há expectativas sobre você."

The Batman chega aos cinemas em junho de 2021, com direção de Matt Reeves (Planeta dos Macacos: A Guerra). Antes disso, ele estará nas telonas com mais um filme grande: Tenet, épico de ação e espionagem do diretor e roteirista Christopher Nolan (Batman - O Cavaleiro das Trevas), previsto para julho de 2020. O aguardado O Farol, produzido por Rodrigo Teixeira, estreia logo, no próximo dia 31 de outubro. 

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Novo Esquadrão Suicida negocia com Peter Capaldi, de Doctor Who

Peter Capaldi, ator britânico conhecido por sua participação na tradicional série Doctor Who, negocia para integrar o elenco do novo Esquadrão Suicida, com roteiro e direção de James Gunn (Guardiões da Galáxia). Outro ator que negocia um lugar na produção da Warner/DC é Pete Davidson, do filme The Dirt - Confissões do Mötley Crüe, da Netflix. As informações são da Variety.

James Gunn esclareceu recentemente que o novo filme não se chamará Esquadrão Suicida 2, até porque não será uma sequência direta de seu antecessor — será como um reboot, apesar de Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller) voltarem aos seus papéis. John Cena (Pacificador), David Dastmalchian (Homem das Bolinhas), Daniela Melchior (Caça-Ratos) e Steve Agee (Tubarão-rei) são as novidades. Idris Elba e Taika Waititi foram anunciados em papéis não divulgados.

The Suicide Squad (título original provisório) chega aos cinemas no dia 6 de agosto de 2021. O Esquadrão Suicida lançado em 2016 faturou relevantes US$ 746 milhões nas bilheterias mundiais, mas foi um fracasso entre a crítica especializada e a opinião do próprio público.

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Jojo Rabbit | Taika Waititi vira Hitler imaginário no primeiro trailer do filme

Muitas crianças tiveram amigos imaginários na infância. Mas Jojo Rabbit não é qualquer criança, e o seu melhor colheguinha é único: ninguém menos que o ditador Adolph Hitler. No primeiro trailer da comédia, exibida no Festival de Toronto, o diretor de Thor: Ragnarok, Taika Waititi, surge na frente das câmeras como uma versão cômica (e ilusória) do terrível ditador nazista. O filme é estrelado pelo pequeno Roman Griffin Davis como o bizarrinho personagem-título. Confira:

Baseado no livro "Caging Skies", de Christine Leunens, Jojo Rabbit é a história de um menino que sonha em participar da Juventude Hitlerista. mas descobre que sua mãe faz parte da Resistência está escondendo uma menina judia em sua casa. Após várias tentativas frustradas de expulsar a jovem, Jojo começa a desenvolver empatia por ela.

Taika Waititi é também o produtor, diretor e roteirista de Jojo Rabbit. Ainda no elenco,  Sam Rockwell (Três Anúncios Para Um Crime), Rebel Wilson (Missão Madrinha de Casamento), Alfie Allen (Game of Thrones), Stephen Merchant (Logan) e Scarlett Johansson (Viúva Negra) como a mãe de Jojo. O filme tem previsão de estreia no Brasil em 30 de janeiro de 2020.

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Coringa recebe aclamação crítica em Veneza


Adaptação madura dos quadrinhos do Batman, Coringa é um dos filmes mais esperados do ano e pelo jeito as expectativas otimistas estavam certas. O filme estreou no Festival de Veneza e a aclamação veio rápido: foram nada menos que oito minutos de ovação em pé. E agora, com a queda do embargo, as críticas se mostraram extremamente positivas, no geral. 

O longa dirigido por Todd Philips (Cães de Guerra), Coringa tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, 75 no Metacritic com base em 18 críticas e 9.7 no IMDb, baseado em 197 avaliações. Steve "Frosty" Weintraub do Collider descreveu que "[...] Philips criou um isolado e intimista  estudo de personagem que é extremamente influenciado por outra era de filmagem. Dos primeiros créditos aos últimos frames, Philips levou o filme colorido de quadrinhos para as ruas sujas e ameaçadoras do final dos anos 70 com resultados fantásticos. Acredite em mim, você nunca viu um filme de quadrinhos que nem Coringa e não estou certo se teremos algo assim novamente".

Já David Rooney do The Hollywood Reporter conferiu nota 10 ao filme, escrevendo que  "O que compele tanto sobre o papel título, tanto na maneira como foi escrito quanto na performance crua e visceral de Phoenix, é que nós somos encorajados a sentir simpatia pelo Coringa mesmo quando ele está claramente se tornando um maníaco homicida. [...] A trajetória de inocência à maldade é trágica. Mas assistir Arthur exultar enquanto a onda de crimes cresce é um espetáculo de arrepiar que ilustra todo o ridículo, abuso e marginalização que teve de enfrentar".

David Ehrlich da IndieWire chamou Coringa de "o mais ousado e mais excitante filme de super-herói desde O Cavaleiro das Trevas", também observando que Phoenix baseia boa parte da sua performance em papéis anteriores: "se Freddie Quell (de O Mestre) e Theodore Twombly (de Ela) entrassem na máquina de teleporte de A Mosca, eles se transformariam em Arthur Fleck".

O diretor do Festival de Veneza Alberto Barbera elogiou a coragem da Warner de exibir o filme em Veneza e já prevê o futuro do filme no Oscar: "Acho que eles fizeram uma boa escolha. A escolha certa. O filme merece a recepção que está tendo. Vai além dos limites do gênero. A performance de Joaquin Phoenix é de tirar o fôlego e Todd Philips fez um grande trabalho. Eles são muito bons. Com certeza estarão competindo [ao Oscar]".

Coringa estreia em 4 de outubro de 2019.

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A história sobre a versão de 4 horas de O Lobo de Wall Street

O anúncio de que O Irlandês terá 3 horas e meia deixou o público em choque. Parte ficou desconfiada, parte em êxtase. Se você é um desses fãs animados com a duração do thriller de gângsteres com Robert De Niro, Joe Pesci e Al Pacino, vale lembrar uma história envolvendo O Lobo de Wall Street. A rigor, o longa estrelado por Leonardo Di Caprio perde o posto de filme mais longo da carreira de Martin Scorsese em meia hora. Porém, a real é que a versão do diretor do drama sobre o mercado financeiro tem o contrário, meia a hora a mais.

Por muito tempo, Scorsese minimizou a existência dessa versão de 240 minutos de O Lobo de Wall Street. Em entrevista para o site GoldDerby em janeiro de 2014, o cineasta nova-iorquino disse que essa versão era mais ou menos um "assembly cut". Ou seja, um primeiro corte que reúne todo o material filmado, para que os artistas responsáveis assistam ao filme e tenham noção de todas as aparas necessárias para a obra ter o devido ritmo. De um modo geral, o rascunho a ser esmerado pelo editor do filme.

"Eu até acho que temos algumas cenas que podemos disponibilizar", disse Scorsese à época sobre a possibilidade de incluir cenas deletadas nos materiais home video. "Muito honestamente, a versão de 4 horas era apenas o primeiro corte. Quer dizer, agora Inês é morta, ele tinha 3 horas, cortes de 15 minutos, o primeiro corte, [mas] o filme em si tem 1 hora e 45 minutos. É tudo parte do processo de filmagem. Eu não acho que tenha alguma cena importante que eu tenha deixado. [Mas] nós fizemos mesmo algumas improvisações maravilhosas e cenas muito engraçadas que tivemos, digamos, que cortar, e eu realmente sinto falta delas."

Apesar de todo o esforço de Scorsese, sua editora de longa data Thelma Schoonmaker conta uma história diferente. A vencedora do Oscar por Touro Indomável, O Aviador e Os Infiltrados disse no mesmo ano de 2014, em entrevista ao The New York Times, que o tal "assembly cut" foi levado a estágios bem avançados de produção, como testes de audiência. Mais: segundo a montadora, a versão foi "muito bem" nesses testes e só não foi lançada nos cinemas porque "simplesmente não é praticável distribuir [um filme] assim". Fato, haja vista que O Lobo de Wall Street foi muito criticado por ter 3 horas.

Thelma Schoomaker explica, porém, o porquê de essa versão de 240 minutos ter ido tão bem entre os privilegiados que puderam assisti-la. "Um filme como Lobo é pensado para se estender. Marty queria que as coisas fossem um pouco além da conta nas cenas, algumas vezes, para testar a paciência do público. Afinal, é disso que o filme se trata", disse ela, afirmando que "as pessoas amaram" o filme mais longo.

Enquanto Scorsese tentava tirar a atenção dessa versão estendida, Schoonmaker falava e falava, trazendo os holofotes para o corte deixado na sala de edição. Ao HitFix, por exemplo, disse que o cineasta até pensou em fazer como Quentin Tarantino e dividir a obra em duas partes. "Nós pensamos nisso. Mesmo. Mas o filme não funciona dividido em dois. Ele precisa ter um arco. Mas nós realmente pensamos nisso, pode acreditar." 

Para apimentar ainda mais nossa curiosidade por essa versão, Thelma Schoonmaker confidenciou uma história de bastidor incomum: até os espectadores desses testes de audiência e executivos de estúdio que acharam a versão de 4 horas longa demais não faziam ideia do que poderia ser cortado do filme. Por isso, a editora decidiu não deletar sequência nenhuma; ela apenas diminuiu a duração de certos momentos.

O Lobo de Wall Street foi indicado a 5 Oscars, não ganhou nenhum, mas se tornou a maior bilheteria da carreira de Martin Scorsese no mundo: US$ 392 milhões. 

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Joel Schumacher se queixa: "Batman e Robin nunca foram gays"

Os super-heróis mais famosos da cultura pop são alvos constantes de comentários preconceituosos ou até mesmo identificação (legítima) do universo gay. E um desses alvos prediletos sempre foi o Batman. Principalmente quando acompanhado de seu Menino Prodígio, o Robin. Dado o contexto, o mundo não teve dúvidas sobre as intenções do diretor Joel Schumacher ao realizar uma versão tão colorida, espalhafatosa e cheia de signos fetichistas de um personagem conhecido como o Cavaleiro das Trevas e seu discípulo — que é órfão. 

"Se eu não fosse gay, eles nunca diriam essas coisas", disse Schumacher, em longa e polêmica entrevista à Vulture, porém saindo pela tangente quando perguntado sobre Batman & Robin. O jornalista Andrew Goldman o questionou sobre frases aleatórias que reforçariam a ideia de Bruce Wayne ser um homem gay que não saiu do armário ("Não sou do tipo para casar"). Depois, lembrou teorias de que o batmóvel teria um formato fálico por esse motivo. Eu teria perguntado por que as roupas de couro são tão sexualizadas, com direito a mamilos. 

"Tudo começou bem antes de mim. Muito antes de mim, alguém escreveu toda uma história sobre a verdadeira mensagem dos contos de fadas e histórias para crianças. Branca de Neve seria todo sobre madrastas ruins. E Batman e Robin, dois homossexuais morando em uma caverna, vivendo juntos. Sempre houve essa coisa sobre Batman e Robin serem gays", disse Schumacher, negando totalmente a existência de qualquer subtexto homoafetivo. Então, ele entra em terreno árido.

"Nunca pensei que Batman e Robin fossem gays. Havia muitas pessoas, uma comunidade em particular, que eu poderia dizer que queriam muito que George Clooney fosse gay", disse o cineasta, sendo perguntado pelo jornalista se ele se referia a toda a comunidade gay ou a alguém em específico. "Bem, as únicas pessoas que já disseram isso para mim foram, definitivamente, homens gays. Acho que isso acontece com pessoas que são símbolos sexuais que estejam na lista de desejos de alguém", concluiu.

Curiosamente, o que Joel Schumacher admite é que Batman & Robin jamais deveria ter acontecido, haja vista o fato de seu longa-metragem anterior, Batman Eternamente, já ter sido "o filme mais barato" do Homem-Morcego já feito. Mas o pior foi mesmo o filme da Dupla Dinâmica com um grande elenco estrelado por George Clooney, Chris O'Donnel, Alicia Silverstone, Uma Thurman e Arnold Schwarzenegger: 28 no Metacritic, 11% no Rotten Tomatoes e o escrutínio geral do público.

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Veneza 2019 | Pedro Almodóvar recebe Leão de Ouro honorário

O Festival de Veneza 2019 agraciou há pouco, nessa quinta-feira (30), o realizador Pedro Almodóvar com um Leão de Ouro honorário pelo conjunto de sua obra. Apontado pelo crítico de cinema e diretor do evento Alberto Babera como "o maior e mais influente" cineasta espanhol desde Luis Buñuel (O Anjo Exterminador), o diretor e roteirista nascido na pequena La Mancha recebeu a homenagem sem falsa modéstia e com o bom humor que lhe é peculiar.

"Trinta anos depois me dão o Leão de Ouro por um filme de 1988. É um ato de justiça poética", disse Almodóvar, na coletiva que antecedeu a cerimônia de premiação, referindo-se a Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos. O filme estrelado por Carmen Maura, Antonio Banderas e Rossy De Palma empolgou o presidente do júri da ocasião, ninguém menos que o lendário Sergio Leone (Era Uma Vez no Oeste), e levou o prêmio de roteiro. Mas não o Leão de Ouro, nunca (até hoje). Assim como nunca ganhou a Palma de Ouro em Cannes.

"Participar de um festival internacional para mim era um milagre", disse Almodóvar, que completa 70 anos no próximo dia 25 com um currículo repleto de passagens em festivais internacionais após sua estreia em Veneza, 1983, com o filme Maus Hábitos. Sobre sua arte, destacou "o orgulho" que sente pelas atrizes ("Elas representavam uma Espanha ultramoderna"), a ascensão artística da Movida contra o Franquismo ("A Espanha despertava de uma longa ditadura de 40 anos") e falou sobre uma característica marcante de seu cinema: a diversidade sexual.

"Quando comecei a fazer filmes, não se falava em diversidade. A vida era muito diferente. Como diretor, coloquei em todos os meus filmes toda a variedade que havia na vida", disse Almodóvar, declarando que seus personagens "têm autonomia moral, sejam transexuais, freiras ou donas de casa". "A mudança que acontecia nesses anos na Espanha era o que me fascinava. A rua e a noite de Madri eram infinitas. Era uma grande diversidade e eu me formei naquela universidade", explicou.

Pedro Almodóvar termina falando sobre a cor vermelha em seus filmes. "Era como uma reação contra o lugar onde nasci, La Mancha, então extremamente conservadora, calvinista, com pouca cor e muito árida. O oposto de como eu me sentia", disse ele, finalizando que pouco viu a cor rubra em sua infância, mas via outra: "Só via o preto do luto", disse ele, entre a ironia e a mais pura verdade.

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O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio ganha novo trailer

Humanos, máquinas e "humanos aprimorados" se enfrentam no novo trailer legendado de O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio. Continuação direta de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, o filme traz Arnold Schwarzenegger (T-800) e Linda Hamilton (Sarah Connor) de volta aos papéis principais da franquia — que também reencontra seu consagrado diretor, James Cameron (TitanicAvatar), na cadeira de produção. Veja o trailer legendado divulgado pela Fox:

Tim Miller (Deadpool) dirige O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio a partir de um roteiro de David S. Goyer (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), Justin Rhodes (RoboCop Returns) e Billy Ray (Capitão Phillips). A produção de David Ellison (Guerra Mundial Z) reúne Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna e Diego Boneta no elenco.

Terminator: Dark Fate (título orignal) estreia no dia 31 de outubro.

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A artilharia do CineBH


Entre os próximos 17 e 22 de setembro acontece o 13o. CineBH, mostra que vem se notabilizando no país por trazer o melhor do cinema no país e no mundo e promover debates sobre os mais pertinentes temas relacionados à sétima arte, realizando mesas e encontros para tratar de assuntos relevantes a alavancar questões atuais. O evento, coordenado por Raquel Hallak, é definido por ela como um espaço de formação, intercâmbio, lançamento e discussão da produção cinematográfica atual.

O tema desse ano, a homenagem que será feita e o filme escolhido para abrir o evento amplamente convergem e conversam; "a internacionalização do cinema brasileiro e os desafios para o futuro" é algo autoexplicativa, um olhar apurado sobre o nosso momento de crescente visibilidade e reconhecimento do melhor que temos feito nas telas, que encontra em 2019 um ano ainda superior aos anteriores, com reconhecimento em Berlim, Cannes, Locarno, Rotterdam sendo refletidos pela produção intensa que temos apresentado, em contraste das últimas declarações e medidas governamentais. Com curadoria de Francis Vogner dos Reis e Marcelo Miranda, o tema foi pensado mediante os resultados obtidos por títulos como 'Bacurau' de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, 'Espero tua (re)volta' de Eliza Capai, e 'A Febre' de Maya Da-Rin, que ganharam prêmios ao redor do mundo. “Com esforço profissional e governamental para consolidar relações de coprodução e a estruturação de um circuito de festivais locais, com quase 200 eventos anuais que ajudaram a criar um campo de visibilidade de filmes independentes e de debates em torno dessa produção, o cinema brasileiro ganhou o país e o mundo”, destaca Francis. 

A homenagem será dedicada a produtora mineira Filmes de Plástico, comemorando 10 anos de sua criação e que constantemente tem representado o país internacionalmente com títulos como 'Temporada' de André Novais Oliveira e 'No Coração do Mundo' de Gabriel Martins e Maurílio Martins (além dos inúmeros curtas, que também viajam com frequência). Criada por André, Gabriel, Maurílio e pelo produtor Thiago Macêdo Correia, a Filmes de Plástico desde 2013 representa o Brasil em festivais internacionais, com o ponto de partida tendo sido dado por 'Pouco Mais de um Mês', de André, que foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, se tornando um exemplo de sucesso do próprio tema do CineBH esse ano. Os quatro amigos estarão presentes e promoverão uma 'masterclass' sobre sua história e sua forma de trabalho e produção, além de promover uma retrospectiva da produtora passeando pela sua obra. 

A abertura do festival será com 'A Vida Invisível' de Karim Aïnouz, que essa semana foi anunciado como nosso representante para o próximo Oscar de filme internacional, além de ter vencido a competição da Un Certain Regard, no último festival de Cannes. Aïnouz também, por si só, representa muito bem o tema proposto, já que desde sua estreia com 'Madame Satã' sempre participou de um dos três maiores festivais do mundo, Berlim, Cannes ou Veneza, com todas as suas obras.

A seleção desse ano está igualmente especial, com títulos que viajaram o mundo e terão pré-estreias na capital mineira, com fortes produções tanto brasileiras quanto estrangeiras. São eles: “Animal Indireto”, de Daniel Lentini (RJ); “Os Príncipes”, de Luiz Rosemberg Filho (RJ); “Os Filhos de Macunaíma”, de Miguel Antunes Ramos (SP); “Diz a Ela que me Viu Chorar”, de Maíra Büheler (SP); “A Noite Amarela”, de Ramon Porto Mota (PB); “Os Dias sem Tereza”, de Thiago Taves Sobreiro (MG); “Os Jovens Baumann”, de Bruna Carvalho Almeida (SP); e “Nietzsche Sils Maria Rochedo de Surlej”, de Julio Bressane e Rodrigo Lima (RJ). Nos títulos estrangeiros, haverá exibições de “Paul Sanchez Está de Volta!” (França), de Patricia Mazuy; “Danças Macabras, Esqueletos e Outras Fantasias” (França/Portugal), de Rita Azevedo Gomes, Pierre Léon e Jean-Louis Schefer; “Por El Diñero” (Argentina), de Alejo Moguilansky; “Nightmare Cinema” (EUA), de Mick Garris, Joe Dante, David Slade, Ryuhei Kitamura e Alejandro Brugués; “A Vingança de Jairo” (Colômbia), de Simón Hernández; e o curta “O Mar Enrola na Areia” (Portugal), de Catarina Mourão.

Além disso, a mostra ainda promove o Brasil CineMundi, quem em sua décima edição, promove um encontro internacional de coprodução com atividades diversas de formação, capacitação, difusão e negócios que visam a inserção do cinema brasileiro no mercado global, a profissionalização do setor, a conexão de profissionais, ações de intercâmbio e cooperação internacional. Neste ano, um total de 22 projetos vêm a Belo Horizonte em busca de parceria e coprodução nos encontros com profissionais no Brasil CineMundi. Dentro das celebrações da primeira década de Brasil CineMundi, uma mostra especial, com curadoria de Pedro Butcher, vai exibir quatro longas-metragens cujos projetos iniciais passaram pelas conversas e rodadas de negócio do programa: “Rifle”, de Davi Pretto; “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida; “Elon não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr; e “Éden”, de Bruno Safadi.

O CineBH ainda promove oficinas, programas de formação profissional, mostras infantis visando a criação de novas plateias, além de atividades inclusivas a públicos escolares, agregando alunos e professores em programações especiais.

Ou seja, uma imensa maratona de programação que a partir do dia 17 de setembro fará de Belo Horizonte um polo de movimentação intensa de reflexão e ação cinematográficas, em um evento que, graças ao seu nível de abrangência e relevância temática, muito rapidamente se tornou essencial ao calendário nacional de festivais. 

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Série de Obi-Wan Kenobi poderá apresentar Luke Skywalker

The Star Wars Show acrescentou alguns detalhes sobre a série do Obi-Wan Kenobi estrelada por Ewan McGregor, confirmada na última D23. Além da primeira ideia de que a atração do Disney+ se passará durante os eventos de Han Solo: Uma História de Star Wars, o programa oficial da franquia revelou que a timeline da produção terá início 8 anos após os eventos de Star Wars: Episódio III - A Vingança dos SithPortanto, 11 anos antes de Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança.

Isso significa que Luke Skywalker terá 8 anos durante a série do Obi-Wan — rigorosamente a mesma idade de Anakin Skywalker ao conhecer o discípulo de Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) em Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma. Diante disso, o Collider já agradece por antecipação por Jacob Tremblay aceitar o papel do pequeno Luke (seria bom mesmo). E esclarece que o período que abrange Han Solo é aquele em que o protagonista vivido por Alden Ehrenreich trabalha para o Império e Lando Calrissian (Donald Glover) ainda é dono da Millennium Falcon.

Presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy disse que os roteiros da série de Obi-Wan já estão prontos. Porém, a atração só deverá chegar ao Disney+ em 2021.

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