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O Senhor dos Anéis escala o ator Will Poulter

Will Poulter, ator conhecido por trabalhos em Black Mirror: Bandersnatch, O Regresso e Detroit em Rebelião, será um dos protagonistas da série que a Amazon prepara sobre o universo de O Senhor dos Anéis. A informação é da Variety, que não revela que personagem o artista de 26 anos irá interpretar.

The Lord of the Rings (título original provisório) será ambientada na Segunda Era, com fidelidade aos principais eventos definidos pelo autor J.R.R. Tolkien. Detalhes da trama não foram revelados, e o roteiro ainda nem está pronto — o que impede o início das filmagens da produção.

A estreia da série de O Senhor dos Anéis não foi definida pela Amazon.

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Aves de Rapina | Arlequina dá adeus ao Coringa em teaser

Aves de Rapina ganhou um novo teaser legendado. Com a Arlequina de Margot Robbie declarando sua independência do Coringa (Jared Leto) e partindo pra briga ao lado de Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain (Ella Jay Basco) e Renée Montoya (Rosie Perez). O quinteto de mulheres poderosas vai enfrentar o vilão Máscara Negra (Ewan McGregor) no filme dirigido por Cathy Yan. Confira:

Com roteiro de Christina Hodson (Bumblebee), Aves de Rapina estreia em 7 de fevereiro de 2020.

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Scarlett Johansson é detonada por defender Woody Allen

Scarlett Johansson vem em alta dedivo à confirmação do filme solo da Viúva Negra e, principalmente, por sua atuação no comovente História de um Casamento, elogiado novo longa de Noah Baumbach (A Lula e a BaleiaFrances Ha), em passagens recentes em Veneza, Telluride e Toronto que colocam o nome da atriz em destaque na corrida pelo Oscar. Porém, ela chamou atenção nas últimas horas por outro motivo mais delicado: ter defendido Woody Allen.

"Eu amo Woody. Acredito nele e trabalharia com ele em qualquer momento", disse Scarlett em entrevista ao site The Hollywood Reporter, comentando o boicote ao realizador por alegações de abuso sexual de sua filha, Dylan. A relação de ScarJo com o diretor remonta ao meio dos anos 2000, quando a atriz despontou no drama Encontros e Desesncontros, de Sofia Coppola, e seria escalada por Woody em Ponto Final: Match Point, Scoop - O Grande Furo e Vicky Cristina Barcelona.

"Vejo Woody sempre que eu quero, e tive várias conversas com ele sobre o assunto. Eu tenho sido direta com ele, e ele é bem direto comigo. Ele mantém sua inocência, eu acredito nele", disse Scarlett, despertando a fúria de muita gente nas redes sociais. "Nesse momento, acho que a única identidade de que Scarlett Johansson não tentou se apropriar culturalmente foi de uma pessoa com integridade", disparou a ativista do Human Rights Campaign, Charlotte Clymer.

Coapresentador do Pod Save America, Jon Lovett também foi duro no comentário: "Que juíza de caráter Scarlett Johansson deve acreditar ser, tão capaz de saber quando está sendo enganada ou não. É o tipo de arrogância que você precisa aprimorar ao longo de muitos anos. Que molestadores de crianças ela achou menos convincentes em seus interrogatórios?", disse ele, então listando evidências de que Allen teve uma conduta criminosa na ocasião.

Editor da Them, Michael Cuby disse que a forma veemente com que Scarlett Johansson defende Woody Allen "a solidifica como uma das piores pessoas trabalhando em Hollywood". E você, o que acha?

Seu novo filme estrelado ao lado de Adam Driver, com Laura Dern, Mark O'Brien, Ray Liotta e grande elenco, História de um Casamento estreia na Netflix no dia 9 de dezembro. Veja o teaser:

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HBO divulga a data de estreia da série Watchmen

Watchmen, a aguardada série da HBO inspirada na cultuada graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, ganhou data de estreia: 20 de outubro, com seus 10 episódios sendo exibidos no formato tradicional semanal.

Criada por Damon Lindelof (Lost, The Leftovers), a série parte do desastre mundial que encerra os quadrinhos para criar uma nova história, em um novo cenário, onde vigilantes e policiais usam máscaras e supremacistas brancos saem nas ruas em busca de violência.

Regina King interpreta a policial/vigilante Angela Bar, Jeremy Irons interpreta Adrian Veidt, o Ozymandias, e Jean Smart fará a Espectral. Yahya Abdul-Mateen II, Tim Blake Nelson, Don Johnson, Louis Gossett Jr., Adelaide Clemens, Tom Mison, Jacob Ming-Trent, Andrew Howard e Frances Fisher completam o elenco principal.

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Bad Boys Para Sempre ganha trailer — confira!

Dezesseis anos depois, os bad boys estão de volta para ajudá-lo! Com Will Smith (Mike Lowry) e Martin Lawrence (Marcus Burnett) impondo seus modos tradicionais, um tanto violentos, em uma polícia mudada, moderna e altamente especializada. Os modos da dupla serão fundamentais para conter uma ameaça que toma as ruas de Miami em busca de vingança. Veja o trailer de Bad Boys Para Sempre:

Com Vanessa Hudgens (High School Musical), Alexander Ludwig (Vikings) e Charles Melton (Riverdale) no elenco e direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (Um Tira da Pesada 4), Bad Boys For Life (título original) chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de janeiro de 2020.

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The Batman | Robert Pattinson ficou "furioso" quando vazaram sua escalação

Robert Pattinson estava a caminho de Cannes, para a première de mais um filme alternativo em seu currículo recente (O Farol, de Robert Eggers), quando uma fonte vazou que ele seria o protagonista de The Batman. Em entrevista à Variety, o ator conta que sua reação não foi de satisfação — e justo porque é seu sonho de infância vestir o traje do Cavaleiro das Trevas. E porque não estava nada certo ainda. Nenhum teste. Nenhum contrato assinado. O astro foi tomado pelo medo de a Warner Bros. desistir dele após toda a repercussão em torno de sua possível escalação como o novo Homem-Morcego.

"Quando aquilo vazou, eu fiquei furioso", conta Pattinson, soltando um palavrão para definir seu desespero no dia. "Todos ficamos transtornados. Todos na minha equipe entramos em pânico. Eu pensei que aquilo estragaria tudo", disse o ator, lembrando que não parava de buscar alguma notícia indicando que ele não seria mais cotado pela Warner para ser o novo Batman. Seu desespero era tamanho diante da tela do celular que o homem ao seu lado se inclinou em sua direção e disse "Alô", chamando sua atenção. E o homem era importante...

"Eu estava ao lado do Christopher McQuarrie!", diz Pattinson. "Eu nunca o tinha visto. 'Ai, meu Deus!' Ele me viu no Google por uma hora!", ele conta, revelando que o diretor da elogiada franquia Missão: Impossível (habemus furo?!) foi extremamente gentil e compreensível. "Não se preocupe", disse McQuarrie, assentindo: "Eu provavelmente estaria fazendo a mesma coisa."

Após o estrelato na Saga Crepúsculo, Robert Pattinson transformou sua carreira após Cosmópolis. Além do próprio David Cronenberg, em Mapas Para as Estrelas, o então astro teen passou a enfileirar um filme atrás do outro com cineastas consagrados. Gente como James Gray (A Cidade Perdida de Z), os Irmãos Safdie (Bom Comportamento), Claire Denis (High Life) e David Michôd (A Caçada e O Rei) ofereceu papéis desafiadores e o ator entregou trabalhos de excelência. Algo assim ele não encontraria no dito "cinemão" de Hollywood.

"Nos filmes grandes, em geral, os papéis não são tão interessantes - ao menos as coisas que chegavam até mim", disse ele, somando que foi bom se afastar dos holofotes e dos cliques dos paparazzi após o sucesso de Crepúsculo. Passado todo aquele furor, Pattinson consegue encarar The Batman sem o "certo medo" que ele sentiria se tivesse feito um filme desse tamanho logo após a franquia em que viveu o vampiro Edward Cullen. "Acho que eu, provavelmente, ficaria um pouco nervoso."

Voltando à sua infância em Londres, Inglaterra, Robert Pattinson lembra que cresceu vendo os filmes do Batman de Tim Burton. "Quando eu era criança, essa era a única fantasia que eu tinha", conta ele, recusando-se a dizer onde e como ele se vestia como o Pequeno Morcego. "Se eu contar isso em uma entrevista é que eu vou ouvir muito insulto", ele brinca, com um sorriso nervoso, mas prometendo contar daqui a uns anos, se for bem no papel.

Por fim, Robert Pattinson revelou um certo otimismo, até surpresa, com as reações mistas à sua escalação como Bruce Wayne. "Para ser honesto, [a recepção] foi menos virulenta do que eu estava esperando", disse ele, que se sente à vontade com a desconfiança de seus detratores. "É muito mais divertido quando você é o azarão. Não há expectativas sobre você."

The Batman chega aos cinemas em junho de 2021, com direção de Matt Reeves (Planeta dos Macacos: A Guerra). Antes disso, ele estará nas telonas com mais um filme grande: Tenet, épico de ação e espionagem do diretor e roteirista Christopher Nolan (Batman - O Cavaleiro das Trevas), previsto para julho de 2020. O aguardado O Farol, produzido por Rodrigo Teixeira, estreia logo, no próximo dia 31 de outubro. 

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Novo Esquadrão Suicida negocia com Peter Capaldi, de Doctor Who

Peter Capaldi, ator britânico conhecido por sua participação na tradicional série Doctor Who, negocia para integrar o elenco do novo Esquadrão Suicida, com roteiro e direção de James Gunn (Guardiões da Galáxia). Outro ator que negocia um lugar na produção da Warner/DC é Pete Davidson, do filme The Dirt - Confissões do Mötley Crüe, da Netflix. As informações são da Variety.

James Gunn esclareceu recentemente que o novo filme não se chamará Esquadrão Suicida 2, até porque não será uma sequência direta de seu antecessor — será como um reboot, apesar de Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller) voltarem aos seus papéis. John Cena (Pacificador), David Dastmalchian (Homem das Bolinhas), Daniela Melchior (Caça-Ratos) e Steve Agee (Tubarão-rei) são as novidades. Idris Elba e Taika Waititi foram anunciados em papéis não divulgados.

The Suicide Squad (título original provisório) chega aos cinemas no dia 6 de agosto de 2021. O Esquadrão Suicida lançado em 2016 faturou relevantes US$ 746 milhões nas bilheterias mundiais, mas foi um fracasso entre a crítica especializada e a opinião do próprio público.

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Jojo Rabbit | Taika Waititi vira Hitler imaginário no primeiro trailer do filme

Muitas crianças tiveram amigos imaginários na infância. Mas Jojo Rabbit não é qualquer criança, e o seu melhor colheguinha é único: ninguém menos que o ditador Adolph Hitler. No primeiro trailer da comédia, exibida no Festival de Toronto, o diretor de Thor: Ragnarok, Taika Waititi, surge na frente das câmeras como uma versão cômica (e ilusória) do terrível ditador nazista. O filme é estrelado pelo pequeno Roman Griffin Davis como o bizarrinho personagem-título. Confira:

Baseado no livro "Caging Skies", de Christine Leunens, Jojo Rabbit é a história de um menino que sonha em participar da Juventude Hitlerista. mas descobre que sua mãe faz parte da Resistência está escondendo uma menina judia em sua casa. Após várias tentativas frustradas de expulsar a jovem, Jojo começa a desenvolver empatia por ela.

Taika Waititi é também o produtor, diretor e roteirista de Jojo Rabbit. Ainda no elenco,  Sam Rockwell (Três Anúncios Para Um Crime), Rebel Wilson (Missão Madrinha de Casamento), Alfie Allen (Game of Thrones), Stephen Merchant (Logan) e Scarlett Johansson (Viúva Negra) como a mãe de Jojo. O filme tem previsão de estreia no Brasil em 30 de janeiro de 2020.

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Coringa recebe aclamação crítica em Veneza


Adaptação madura dos quadrinhos do Batman, Coringa é um dos filmes mais esperados do ano e pelo jeito as expectativas otimistas estavam certas. O filme estreou no Festival de Veneza e a aclamação veio rápido: foram nada menos que oito minutos de ovação em pé. E agora, com a queda do embargo, as críticas se mostraram extremamente positivas, no geral. 

O longa dirigido por Todd Philips (Cães de Guerra), Coringa tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, 75 no Metacritic com base em 18 críticas e 9.7 no IMDb, baseado em 197 avaliações. Steve "Frosty" Weintraub do Collider descreveu que "[...] Philips criou um isolado e intimista  estudo de personagem que é extremamente influenciado por outra era de filmagem. Dos primeiros créditos aos últimos frames, Philips levou o filme colorido de quadrinhos para as ruas sujas e ameaçadoras do final dos anos 70 com resultados fantásticos. Acredite em mim, você nunca viu um filme de quadrinhos que nem Coringa e não estou certo se teremos algo assim novamente".

Já David Rooney do The Hollywood Reporter conferiu nota 10 ao filme, escrevendo que  "O que compele tanto sobre o papel título, tanto na maneira como foi escrito quanto na performance crua e visceral de Phoenix, é que nós somos encorajados a sentir simpatia pelo Coringa mesmo quando ele está claramente se tornando um maníaco homicida. [...] A trajetória de inocência à maldade é trágica. Mas assistir Arthur exultar enquanto a onda de crimes cresce é um espetáculo de arrepiar que ilustra todo o ridículo, abuso e marginalização que teve de enfrentar".

David Ehrlich da IndieWire chamou Coringa de "o mais ousado e mais excitante filme de super-herói desde O Cavaleiro das Trevas", também observando que Phoenix baseia boa parte da sua performance em papéis anteriores: "se Freddie Quell (de O Mestre) e Theodore Twombly (de Ela) entrassem na máquina de teleporte de A Mosca, eles se transformariam em Arthur Fleck".

O diretor do Festival de Veneza Alberto Barbera elogiou a coragem da Warner de exibir o filme em Veneza e já prevê o futuro do filme no Oscar: "Acho que eles fizeram uma boa escolha. A escolha certa. O filme merece a recepção que está tendo. Vai além dos limites do gênero. A performance de Joaquin Phoenix é de tirar o fôlego e Todd Philips fez um grande trabalho. Eles são muito bons. Com certeza estarão competindo [ao Oscar]".

Coringa estreia em 4 de outubro de 2019.

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A história sobre a versão de 4 horas de O Lobo de Wall Street

O anúncio de que O Irlandês terá 3 horas e meia deixou o público em choque. Parte ficou desconfiada, parte em êxtase. Se você é um desses fãs animados com a duração do thriller de gângsteres com Robert De Niro, Joe Pesci e Al Pacino, vale lembrar uma história envolvendo O Lobo de Wall Street. A rigor, o longa estrelado por Leonardo Di Caprio perde o posto de filme mais longo da carreira de Martin Scorsese em meia hora. Porém, a real é que a versão do diretor do drama sobre o mercado financeiro tem o contrário, meia a hora a mais.

Por muito tempo, Scorsese minimizou a existência dessa versão de 240 minutos de O Lobo de Wall Street. Em entrevista para o site GoldDerby em janeiro de 2014, o cineasta nova-iorquino disse que essa versão era mais ou menos um "assembly cut". Ou seja, um primeiro corte que reúne todo o material filmado, para que os artistas responsáveis assistam ao filme e tenham noção de todas as aparas necessárias para a obra ter o devido ritmo. De um modo geral, o rascunho a ser esmerado pelo editor do filme.

"Eu até acho que temos algumas cenas que podemos disponibilizar", disse Scorsese à época sobre a possibilidade de incluir cenas deletadas nos materiais home video. "Muito honestamente, a versão de 4 horas era apenas o primeiro corte. Quer dizer, agora Inês é morta, ele tinha 3 horas, cortes de 15 minutos, o primeiro corte, [mas] o filme em si tem 1 hora e 45 minutos. É tudo parte do processo de filmagem. Eu não acho que tenha alguma cena importante que eu tenha deixado. [Mas] nós fizemos mesmo algumas improvisações maravilhosas e cenas muito engraçadas que tivemos, digamos, que cortar, e eu realmente sinto falta delas."

Apesar de todo o esforço de Scorsese, sua editora de longa data Thelma Schoonmaker conta uma história diferente. A vencedora do Oscar por Touro Indomável, O Aviador e Os Infiltrados disse no mesmo ano de 2014, em entrevista ao The New York Times, que o tal "assembly cut" foi levado a estágios bem avançados de produção, como testes de audiência. Mais: segundo a montadora, a versão foi "muito bem" nesses testes e só não foi lançada nos cinemas porque "simplesmente não é praticável distribuir [um filme] assim". Fato, haja vista que O Lobo de Wall Street foi muito criticado por ter 3 horas.

Thelma Schoomaker explica, porém, o porquê de essa versão de 240 minutos ter ido tão bem entre os privilegiados que puderam assisti-la. "Um filme como Lobo é pensado para se estender. Marty queria que as coisas fossem um pouco além da conta nas cenas, algumas vezes, para testar a paciência do público. Afinal, é disso que o filme se trata", disse ela, afirmando que "as pessoas amaram" o filme mais longo.

Enquanto Scorsese tentava tirar a atenção dessa versão estendida, Schoonmaker falava e falava, trazendo os holofotes para o corte deixado na sala de edição. Ao HitFix, por exemplo, disse que o cineasta até pensou em fazer como Quentin Tarantino e dividir a obra em duas partes. "Nós pensamos nisso. Mesmo. Mas o filme não funciona dividido em dois. Ele precisa ter um arco. Mas nós realmente pensamos nisso, pode acreditar." 

Para apimentar ainda mais nossa curiosidade por essa versão, Thelma Schoonmaker confidenciou uma história de bastidor incomum: até os espectadores desses testes de audiência e executivos de estúdio que acharam a versão de 4 horas longa demais não faziam ideia do que poderia ser cortado do filme. Por isso, a editora decidiu não deletar sequência nenhuma; ela apenas diminuiu a duração de certos momentos.

O Lobo de Wall Street foi indicado a 5 Oscars, não ganhou nenhum, mas se tornou a maior bilheteria da carreira de Martin Scorsese no mundo: US$ 392 milhões. 

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