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Clássicos Brasileiros

Governos são passageiros, assim como hão de ser suas medidas destrutivas de algo tão mais valioso: a força e a memória da cultura brasileira. Assim, enquanto a influência de políticos infelizes ataca a história do nosso cinema de todas as formas, como ilustra um ato recente mesquinho na Ancine, Bernardo D.I. Brum investe em força contrária de exaltação desses filmes com uma nova série do Cineplayers.

Como o título Clássicos Brasileiros antecipa, aqui você lerá críticas de filmes, curtas ou longas, desde a gênese do cinema brasileiro, do cinema novo, do cinema marginal, da pornochanchada e até filmes da Retomada que já figuram dentre as peças históricas de nosso bem tão precioso.  Confiram! Comentem! Recomendem!!

04/01/2020 | Crítica de Sem Essa, Aranha (1970), de Rogério Sganzerla

14/12/2019 | Crítica de Pixote: A Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
07/12/2019 | Crítica de Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado

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