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Drama

Pixote: A Lei do Mais Fraco

(Pixote: A Lei do Mais Fraco, 1981)
7,7
Média
187 votos
?
Sua nota
Direção
Hector Babenco
Roteiro:
José Louzeiro (livro), Hector Babenco (roteiro), Jorge Durán (roteiro)
Gênero:
Drama
Origem:
Brasil
Duração:
128 minutos
Prêmios:
39° Globo de Ouro - 1982

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Neste retrato fiel da subcultura brasileira, acompanhamos Pixote, um garoto de rua vivendo nas ruas de São Paulo, que aos 10 anos já perdeu toda a inocência há muito tempo. Seu dia-a-dia está cheio de prostituição, homossexualismo, drogas e roubos.

Elenco

Fernando Ramos da Silva
Pixote
Jorge Julião
Lilica
Gilberto Moura
Dito
Edilson Lino
Chico
Zenildo Oliveira Santos
Fumaça
Marília Pêra
Sueli
Jardel Filho
Sapatos Brancos
Rubens De Falco
Juiz
Elke Maravilha
Debora
Tony Tornado
Cristal
Beatriz Segall
A viúva
Ariclê Perez
Professora
Luiz Serra
Repórter

Notas e Lupas

Notas dos editores

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Comentários (9)

CitizenKadu | domingo, 15 de Dezembro de 2019 - 10:07

“There is something in the editing of sounds and images, something that irritates me: a bourgeois anarchism, a destructive moralism, something taking itself seriously. What if, Gianni, Bach had put leftist phrases in his music, in order to make himself heard at a music festival? Or if Mondrian had painted leftist legends on his tableaux? Or even in Brazil, if Tom (3) had succumbed to the pressure, and had utilized leftist words for his music? You know, Gianni, I remember when old Nicholas Ray told me in Cannes, “Whenever I see a Godard film, I’m not always interested in the images, which are very beautiful. The big problem with Jean-Luc is that he doesn’t have the courage to speak himself!”

Glauber Rocha.

CitizenKadu | domingo, 15 de Dezembro de 2019 - 10:08

Sobre "Vento do Leste".

CitizenKadu | domingo, 15 de Dezembro de 2019 - 19:02

Se tu sai da Febem e volta para o mesmo ambiente, vai passar na frente do mesmo lugar, já tem a marca da facção na pele, não tem emprego, e para quê, se é mais fácil pegar uma moto e assaltar uma velha no "155", nem precisa ser no "157". Tu mesmo aprendendo durante 3 anos na Febem que o caminho poderia ter sido outro, o ambiente influencia no adolescente do lado de fora.Numa grande percentagem.Então não parece ter fim, eles estão virando mão armada de facção, e eu dou graças a Deus que sou da época em que a gente fumava maconha no beco cantando Sabotage, RZO, RacionaisMCs e, mesmo fazendo merda, não vivia nesta distopia dos últimos 10 anos de facção, e assassinatos para facções manterem o poder( e eu sou de uma região metropolitana, não capital, onde facções brigam por vilas).O ambiente violento só traz violência se for isso que bate na cabeça, alguns estudam e são estes que se salvam.Mas a motivação para estudar, precisa do Estado.

CitizenKadu | domingo, 15 de Dezembro de 2019 - 22:17

O estranho é que hoje a gente reclama com razão da extinção da Ancine; mas a maioria desses filmes que retratam o pobre de verdade foram feitos com esforço no meio da ditadura ou de um processo de transição difícil. E hoje a gente tem o ECA; e a situação do de menor saiu do "morador de rua" para o "acolhido pela facção". Por que piorou? Por que nenhum governo mudou isso? Por que eu preciso usar o argumento de minha palavra, contando experiências de vida que só quem me conhece pode garantir, para mostrar que mesmo quando não existia Ancine e existia Ditadura, pelo menos havia mavericks do cinema? Hoje nós não temos filmes-denúncia e nem filmes de resistência, mas filmes-de-partido; pelo menos , os que estão mais à vista no mainstream da intelectualidade(existem filmes que sabem retratar a margem da sociedade ainda no nosso cinema), e apenas para a intelectualidade, como o pobre como um objeto.

Gabriel Antonio | quinta-feira, 06 de Fevereiro de 2020 - 10:14

Vai passar hoje no Reserva Cultural em São Paulo, às 19h.

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