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Direção
Roteiro:
Gabriel Mascaro
Gênero:
Origem:
Estreia:
14/01/2016
Duração:
101 minutos

Lupas (18)

  • A tentativa de buscar beleza em um suposto realismo poético e em um atmosfera ao mesmo tempo rústica e engajada não me pareceu feliz...

    Daniel Mendes | Em 05 de Outubro de 2017 | NOTA: 5.0
  • O naturalismo das cenas impressiona, acertando ao transmitir a sensação desde o início de que não há um destino a se acompanhar, e sim um breve momento de vidas, com todas as suas peculiaridades, sonhos e instintos.

    Guilherme Algon | Em 22 de Julho de 2017 | NOTA: 7.5
  • chato, sem sentimento, sem importância. Muito tempo é gasto em banalidade. tem planos bonitos, a fotografia é ótima também.

    Alexandre N. Magno | Em 05 de Julho de 2017 | NOTA: 5.0
  • Se Mascavo não se aprofunda com tanto vigor na arte de seu protagonista, ainda assim consegue ganhar pontos incontestáveis no belo desenvolvimento dado aos seus personagens, tratados como pessoas de carne e osso. Cazarré, Jinkings e Santana estão ótimos.

    Diego de Mendonça Costa | Em 26 de Junho de 2017 | NOTA: 7.5
  • Boa retratação sertão adentro. Há pouca profundidade nos personagens. Mascaro os filma distante e sutil para mostrar as relações de cada um com o outro. O que não deveria ter acontecido com o personagem principal

    Paulo Matheus | Em 16 de Junho de 2017 | NOTA: 7.0
  • Instiga por algumas curiosidades até certo ponto pitorescas e da sempre interessante exploração do sertão nordestino como cinema, mas Mascaro opta mais pelas imagens do que pelo roteiro e no final das contas não sobra muita coisa.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 22 de Março de 2017 | NOTA: 6.0
  • O filme brasileiro mais necessário das últimas décadas.

    Guilherme Spada | Em 19 de Fevereiro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Acredito que uma flexionada no arco dramático dos personagens teria transformado este filme em outra pequena obra-prima de Mascaro. Aprimoramento sensorial visto anteriormente em Ventos de Agosto. Cazarré e Jinkings despontam como atores de sua geração.

    Chcot Daeiou | Em 25 de Dezembro de 2016 | NOTA: 7.5
  • Vazio, frágil e efêmero. Estética naturalista é desculpa, o discurso do lado animalesco do ser humano é completamente inútil e repetitivo, aliás como o filme todo. Uma parte da vida sem vida.

    Renato Abbt Keppe | Em 11 de Novembro de 2016 | NOTA: 5.5
  • O que ninguém notou é que o maior valor de Boi Neon não é o metafórico, nem o zoomórfico. Embora riquíssimos, a maior relevância aqui é a inversão de genêros, à la Majorité Opprimée - incrivelmente elaborada e executada.

    Gabriel Drummond | Em 11 de Outubro de 2016 | NOTA: 9.0
  • Mascaro nos enterra num meio complexo - o interior do Nordeste - para transitar de forma sensível por quebra de arquétipos (o hétero estilista, a mulher caminhoneira, a garota masculina), retratando de forma neon uma região sempre em preto & branco.

    Gustavo Hackaq | Em 15 de Julho de 2016 | NOTA: 9.0
  • 02/07/16

    Eduardo Scutari | Em 03 de Julho de 2016 | NOTA: 6.5
  • Mascaro continua fascinado pelo cotidiano, aqui lindamente fotografado, filmado e encenado. Tão plástico que beira o vazio.

    Vítor Miranda | Em 22 de Maio de 2016 | NOTA: 6.0
  • Que retrocesso em comparação a Ventos de Agosto, hein!? Abordando basicamente os mesmos temas, sobra gratuidade e alguma ausência de sentido. Há um humor que funciona, e Mascaro tem talento, só não soube canalizá-lo direito desta vez.

    Augusto Barbosa | Em 17 de Janeiro de 2016 | NOTA: 5.5
  • Apoiado pela belíssima fotografia, Mascaro foge de qualquer clichê nordestino posto para entregar um interessante trabalho sobre o ambiente sertanejo e seus indivíduos.

    Gabriel Frati | Em 16 de Janeiro de 2016 | NOTA: 7.0
  • A narrativa de Boi Neon se torna problemática quando o diretor faz umas escolhas que acabam distanciando o telespectador do filme. Fico me perguntando até quando vai continuar essa necessidade de se firmar um estilo próprio em vez de deixar ele aparecer.

    Wellington Junior | Em 08 de Novembro de 2015 | NOTA: 6.5
  • Um olhar profundo e cheio de empatia sobre a vida do sertanejo, que oscila entre a animalização pela exploração e a humanização pelos sonhos e vontades próprios de todos nós, sem jamais apelar para o melodrama ou as soluções fáceis. Poesia audiovisual.

    Felipe Lima | Em 07 de Novembro de 2015 | NOTA: 8.0
  • Nordeste sensorial segundo Mascaro.

    Patrick Corrêa | Em 07 de Outubro de 2015 | NOTA: 8.0