- Direção
- Sean Penn
- Roteiro:
- Sean Penn (roteiro), Jon Krakauer (livro)
- Gênero:
- Biografia, Aventura, Drama
- Origem:
- Estados Unidos
- Duração:
- 140 minutos
- Prêmios:
- 65° Globo de Ouro - 2008, 80° Oscar - 2008
Lupas (77)
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É preciso admitir que tem algo de especial nesse filme, no começo não estava simpatizando com o personagem mas a devoção de Penn por ele te arrebata junto, aos poucos, com tempo para respirar e sentir as imagens, como são os bons filmes. De ruim fica a narração em off da irmã, é muita explicação desnecessária.
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Um filme que ecoa cotidianamente com a sua lição. Um perfeito retrato da solitude.
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Canções soníferas de Eddie Vedder dão o tom nesse pequeno trabalho de Sean Penn. É muito tempo para pouco argumento (ou pouco argumento para muito tempo), mas há algo de interessante, principalmente em seu final. Bela mensagem!
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Quem nunca sonhou em ser um Alex Supertramp? "Na natureza selvagem” é belo e inspirador. Algumas reflexões não apenas são válidas como verídicas, tanto presentes nos livros que Alex tanto gosta quanto nas profundas canções de Eddie Vedder. It's a mystery to me, we have a greed, with which we have agreed...
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Penn tem boa direção, com bonitas imagens e boa trilha sonora.
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De fato, um sequenciamento de lições de vida caminhando lado a lado com um excelente time de coadjuvantes, ainda que algumas das tramas sejam pouco interessantes dentro de um gênero tão explorado como os "road movies". Destaque para Hal Holbrook.
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Paciência aos aventurados, aqui. Vale pelas atuações (Hal Halbrook dá gosto de ver) e as belas paisagens, ou como sonífero pelo ritmo completamente irregular, ainda que pretensioso e isso em modo full-time.
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Muito Bom
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Mesmo numa sociedade hipócrita, não adianta isolar-se no mundo por mais bela que a natureza seja, afinal, “A felicidade só é real quando compartilhada", tanto que o perdão sustenta os últimos felizes suspiros, fruto de uma comunhão de sentimentos.
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Fotografia espetacular e embora não seja um filme indispensável merece ser visto já que foi feito.
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É muito bem dirigido, atuado, e dá o que pensar, principalmente em pessoas que já viveram situações parecidas com as retratadas na saga do Supertramp.
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Alexander Supertramp fora um idealista ou apenas um jovem tolo? Talvez nunca saibamos a resposta mas Sean Penn acerta como nunca ao contar sua história, destaque especial para as belas paisagens e trilha sonora.
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Indubitavelmente, o maior trunfo do filme é a construção de Chris. Mas esse não é o único mérito de Penn: contemplativo, sutil e contestador, Into the Wild é sobre soltar-se de uma realidade sufocante para renascer e ser livre. Lindo demais.
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Este tem mais credibilidade por ser baseada em fatos reais, porém Wild (livre) me comoveu mais, talvez por ser mulher e seu drama estar mais intimamente ligada ao meu, mas sem relação alguma, apenas subjetivamente. Não sabia do desfecho, triste e tocante.
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Eddie Vedder e Penn, muito obrigado.
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Eis uma jornada crível e altamente contemplativa, mostrando um estudo sobre o que é viver, além de mostrar a beleza nas pequenas coisas, seja num concerto de violão ou num trailer no meio do nada. Agora só me restam as palmas.
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O ritmo podia ter suavizado o didatismo e pretensão desse tipo de filme, mas acaba sendo arrastado também.
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Quem nunca teve vontade de fazer algo parecido com o que McCandless fez? Sem palavras pra definir a trilha sonora de Eddie Vedder.
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7.5 pela fotografia que é muito boa, mas o filme em si é bem raso.
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um ótimo filme.