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CP Class | Três homens em sintonia: assim nasceu O Irlandês

Robert De Niro, Al Pacino, Martin Scorsese e a gênese de um filme que já nasce clássico.

"Robert De Niro sentiu-se culpado."

É curiosa a escolha de palavra feitas por Brent Lang na matéria que assina para a Variety no dia 1º de outubro, a poucos dias do aclamado lançamento de O Irlandês (The Irishman, 2019) no New York Festival. A ênfase no sentimento de culpa de Robert De Niro é curiosa porque alude, indireta e involuntariamente, ao aspecto mais marcante de seu personagem, Frank Sheeran, no grande filme da Netflix em 2019. Porém, esse sentimento diz respeito a um momento da vida real do ator veterano: a première italiana de As Duas Faces da Lei (Righteous Kill, 2008), em setembro de 2008.

Lang descreve um cenário incrível. Uma praça ladeada por colunas de arquitetura clássica em uma área movimentada de Roma apinhada de pessoas. Essa verdadeira multidão se comportava sem a exaltação habitual das concentrações de fãs, chamando o nome dos atores principais de As Duas Faces da Lei com seus pôsteres e imagens na mão a fim de lhes pedir um autógrafo. O público era afável e a festa era linda. Foi aí que Robert De Niro sentiu-se culpado. E disse para o seu coprotagonista, ele mesmo, Al Pacino: "Essa é uma grande reação, mas seria legal se eles estivessem aqui por um filme do qual sintamos orgulho. Da próxima vez, faremos um de que gostamos".

Essa afirmação é gigante para onde se olha. Dois patrimônios do cinema que não precisavam provar mais nada. Que usam sua grandeza em momentos como esse, de extrema sinceridade, reconhecendo — sem que ninguém pergunte  a mediocridade de As Duas Faces da Lei. Dois homens que entraram para a história em uma obra do tamanho de O Poderoso Chefão: Parte II (The Godfather Part II, 1974). E que já haviam contracenado em um filme muito bom, Fogo Contra Fogo (Heat, 1995). Ainda assim, no alto de seus 65 e 68 anos, respectivamente, De Niro e Al Pacino assinaram esse pacto pessoal de entregar uma nova parceria do tamanho de seu legado. No bom português desse fim de 2019: que homens!

A gênese direta de O Irlandês também parte de Robert De Niro. O ator se preparava para estrelar outro longa-metragem, uma adaptação do livro "O Inverno de Frankie Machine", cujos direitos estavam com a Paramount e cujo diretor seria... Martin Scorsese. Apesar do romance de Don Winslow contar a história de um empresário que vive uma vida tranquila no litoral de San Diego, e um pai e ex-marido exemplar, esse homem é também um assassino de aluguel aposentado de nome Frankie. Durante pesquisas para enriquecer o tratamento que daria ao personagem, De Niro se deparou com outro livro, “I Heard You Paint Houses” (em tradução literal, "Ouvi Que Você Pinta Casas"), de Charles Brandt, e ficou obcecado pela obra. O ator não titubeou: foi contar para Scorsese que encontrara um material mais rico. O diretor concordou.

"Eu rapidamente comecei a ver o filme em minha mente", disse Scorsese. "Os temas e as questões que me atormentaram e me obcecaram por toda a vida estavam todos ali. Isso deu para Bob [apelido de Robert De Niro] e para mim a oportunidade de manter uma continuidade dos nossos filmes anteriores e trabalharmos juntos nisso em um momento diferente de nossas vidas." Que projeto!

Apesar de seu potencial, muita desconfiança o cercou. Os direitos de adaptação do livro de 2004 foram comprados em 2007. Sua realização, adiada muitas vezes por toda sorte de fatores — do orçamento crescente de um filme de 200 minutos que engloba uma história de 4 décadas a graves problemas de agenda para reunir suas maiores estrelas, Robert De Niro, Martin Scorsese e, claro, Al Pacino. Que toma a palavra: "Eu não pensava que o filme seria feito. Em dado momento eu meio que pensei, 'Bem, essa era uma boa ideia, mas muitas coisas assim surgem e nunca acontecem."

The Irishman custou US$ 175 milhões. Disparado, o filme mais caro da carreira de Martin Scorsese, superando os US$ 100 milhões de O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street, 2013). O grosso dessa quantia foi gasto numa tecnologia de rejuvenescimento que permitiu que atores septuagenários interpretassem versões décadas mais jovens, não só aos 50, mas aos 20 anos de idade. O investimento foi encarado como sendo de alto risco por Paramount e STX — que, de fato, teriam muita dificuldade para ter lucro no circuito de cinema tradicional. Foi quando a barulhenta movimentação da Netflix no mercado chamou atenção dos produtores e a gigante do streaming, obstinada em conquistar grandes feitos na próxima temporada de premiações, entrou de cabeça no projeto.

"Nós precisávamos fazer um filme caro", Scorsese justifica, e defende. "O mercado cinematográfico vem mudando de hora em hora, não necessariamente para melhor, e muitos dos lugares aos quais nós recorreríamos para conseguir financiamento não estavam mais disponíveis. Então começamos a conversar com a Netflix. Nós concordamos em tudo. Ainda mais importante: todos queríamos fazer o mesmo filme. Então fomos em frente." A produtora Emma Tillinger Koskoff reconheceu o óbvio: que o modelo de negócios da Netflix era o mais adequado para um filme tão longo e caro. Mas isso só aconteceria se Marty e Netflix cedessem, cada um, um pouco.

Martin Scorsese é um dos grandes defensores da experiência na tela grande. Os fãs de sua obra, como pudemos ver no bom público que O Irlandês levou aos cinemas apesar da proximidade de sua estreia online, também. Porém, a briga da Netflix com os grandes exibidores dos Estados Unidos (o que também reverberou pelo mundo) trouxe dificuldades. Tradicionalmente, a janela de exclusividade dos filmes nos cinemas é de 90 dias, e os estúdios dividem seus lucros progressivamente com os exibidores. A fim de atender aos desejos de Scorsese, a Netflix propôs um acordo excelente para os exibidores: 45 dias de exibição nas salas antes de estrear em sua plataforma, e, segundo fontes internas, um percentual excelente de 75% da renda para essas cadeias de cinemas. Porém, as maiores empresas do ramo, AMC e Regal, se ativeram à rixa com a Netflix e recusaram a proposta "irrecusável". Um circuito mais limitado, formado por empresas como Landmark e iPic, topou a parceria. Mas os contratempos fizeram a janela de exibição do filme nos cinemas cair para 26 dias. "Gostaria que fossem 27", brincou De Niro.

Brent Lang se debruça, então, na entrevista com os dois titãs do cinema americano. O jornalista se espanta com o tamanho de Robert De Niro, mais alto pessoalmente do que parece nos filmes. Ele é educado e reservado, quase monossilábico. Al Pacino é mais agitado, animado, engajado em longas respostas que se perdem em meio a lembranças e causos engraçados. Esse contraste, que tão bem reflete a dinâmica de Frank Sheeran e Jimmy Hoffa em cena, é algo que amigos e colegas de elenco confirmam. “Al é mais tagarela, Bob é mais silencioso, mas ambos são amáveis e gentis", decreta Anna Paquin, a eloquente (apesar de silenciosa) intérprete de Peggy em O Irlandês.

Tão distintos e tão parecidos. Apesar de não partilharem a menor semelhança física ou de nome, quase todo mundo já os confundiu uma vez. Coisas como "Scarface é com quem mesmo?" não são tão incomuns. Tem porquê. “Ao longo de nossas carreiras, nós sempre disputamos os mesmos papéis", diz Pacino. Três anos mais velho, Al despontou primeiro, com o filme Os Viciados (The Panic in Needle Park, 1971). No ano seguinte, a consagração com O Poderoso Chefão (The Godfather, 1972), invadindo a história da cultura pop como Michael Corleone. Robert De Niro concorreu aos dois papéis. 

"Nos sentíamos competitivos como atores", diz Bob sobre essa concorrência, que ele descreve como tendo sido motivante. Como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, essa busca recorrente pelos mesmos personagens motivou ambos, que se esforçavam mais para conquistar crítica e público. O que não chegou a criar uma rivalidade mais tensa. A ascensão da dupla no mesmo período, mesmo movimento (Nova Hollywood), na mesma faixa de idade, aproximou os atores. "Nós nos encontrávamos às vezes, pois havia algo pelo qual estávamos passando na vida que era muito parecido. Podíamos compartilhar coisas que estavam acontecendo com a gente e falar sobre os nossos filmes", diz Pacino.

A carreira de Robert De Niro explodiu justamente quando fizeram o mesmo filme: O Poderoso Chefão - Parte II, quando ganhou o Oscar de ator coadjuvante interpretando a versão mais jovem de Don Corleone (Marlon Brando), pai do Michael de Al Pacino. Mas o momento definidor de sua carreira veio, provavelmente, no ano anterior. Quando estrelou Caminhos Perigosos (Mean Streets, 1973), iniciando uma parceria com Martin Scorsese que atravessaria três décadas e renderia oito filmes: Taxi Driver (Idem, 1976), New York, New York (Idem, 1977) Touro Indomável (Raging Bull, 1980), O Rei da Comédia (The King of Comedy, 1983), Os Bons Companheiros (Goodfellas, 1990), Cabo do Medo (Cape Fear, 1991) e Cassino (Casino, 1995). Detalhe: todos ótimos filmes. Pena que nenhum com Al Pacino.

Muito embora eles já fossem atores consagrados e cientes do posto que ocupavam, juntos, no inconsciente coletivo de quem ama cinema. Tanto que seus planos de fazer um filme juntos remontam a O Sucesso a Qualquer Preço (Glengarry Glen Ross, 1992), quando Al Pacino foi indicado ao Oscar como o figurão da corretagem imobiliária Ricky Roma, e Robert De Niro viveria sua contraparte, um vendedor em um terrível período de má sorte chamado Shelley Levene. No fim das contas, porém, o filme de baixo orçamento que adapta a peça homônima de David Mamet (vencedora do Pulitzer!) foi coestrelada por Jack Lemmon no papel pretendido por Robert De Niro.

Assim, o mundo teve o privilégio de ver um mestre (e não James Foley, da franquia Cinquenta Tons de Cinza) como o primeiro a dirigi-los juntos em cena: Michael Mann. Foi ele o homem responsável pela verdadeira apoteose que é a cena à mesa de jantar em que o problemático Tenente Vincent Hanna se encontra com o metódico ladrão de bancos Neil McCauley — vividos, respectivamente, por Al Pacino e Robert De Niro. É claro! É claro que Michael Mann exploraria as personalidades próprias e díspares de cada ator para potencializar dramaticamente o confronto entre o policial explosivo e o bandido frio.

"Nós conversamos sobre a cena, nós analisamos a cena, mas não fomos muito fundo na cena", lembra Mann, dizendo que não teve muito ensaio antes de filmar a sequência para "temperar" o efeito de dois antagonistas (e não dois amigos há décadas) que se encontravam, para uma conversa frente a frente, pela primeira vez. “Eu queria imersão total, esperar até o momento em que eles estivessem na frente da câmera. Al, Bob e eu queríamos preservar isso", conta o cultuado diretor de filmes como Caçador de Assassinos (Manhunter, 1986), O Informante (The Insider, 1999), Colateral (Collateral, 2004) e Inimigos Públicos (Public Enemies, 2009).

O comportamento pessoal distinto de Al Pacino e De Niro se reflete no estilo de preparação de cada um. Pessoas próximas dizem que Robert De Niro é um ator que se atém aos detalhes, gosta de lapidar seus personagens ao máximo, desde se aprofundar no texto até examinar o guarda-roupa dos homens que viverá na telona. Pacino já teria um estilo mais solto, visceral, e o hábito de entregar ao menos uma tomada "selvagem", arriscando tudo nela, para o diretor já saber que take usar na hora de montar o filme  principalmente em se tratanto das cenas mais importantes do filme. Apesar dessa nítida diferença entre eles, Michael Mann destaca justo a semelhança entre eles: "Ambos têm um comprometimento que prioriza a arte. E quanto mais difícil um trabalho é, mais atraente se torna para eles."

O Irlandês é, portanto, a primeira vez que Martin Scorsese trabalha com Al Pacino. O que soa estranho, depois de tantos anos de associação do ator nova-iorquino tanto com Robert De Niro (inclusive inconsciente, nossa mesmo), como com os filmes de máfia — nos quais trabalhou com outros grandes do cinema americano, como Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão), Brian De Palma (Scarface, O Pagamento Final), Warren Beatty (Dick Tracy) e Mike Newell (Donnie Brasco), além de Sidney Lumet nos dramas policiais Serpico (1973) e Um Dia de Cão (Dog Day Afternoon, 1975). E não deveria ter demorado tanto. Certa vez eles planejaram uma cinebiografia sobre o artista Amedeo Modigliani. E há muito tempo, haja vista que o pintor e escultor italiano morreu aos 36 anos. Mas a histórica reunião valeu a espera. Para nós e para eles. "Marty entende os atores, e te dá muita liberdade", diz Pacino. "Existe um mundo paralelo que ele cria e o mantém ali dentro. Você se sente confortável."

Essa zona de conforto também é experimentada pelo público. Creio não ser exagero dizer que as 3 horas e meia de O Irlandês passem mais rápido do que em outros filmes. Não tanto pelo roteiro de Steven Zaillian, construído com o intuito de provocar a imensa passagem de tempo de 40 anos na vida de um homem duro, em termos financeiros e de personalidade, que tem de batalhar muito para enfim vencer na vida, mas ao custo de sua própria alma. Nada disso é muito leve de ver. Mas assim que a cartela da Netflix se recolhe, adentramos o universo de Scorsese. No conforto da canção "In the Still of The Night", que invade a trilha sonora até seu voice over típico, narrado por alguém ainda mais típico, Robert De Niro, que logo nos apresentará Joe Pesci — aquele que nunca deveria ter se aposentado, se é que o fez mesmo, dado o tamanho de sua atuação, mais uma vez.

"Eu sempre pensei que deveríamos ser nós três", diz De Niro, referindo-se aos três em frente às câmeras, ele, Pesci e Pacino. A presença do trio é o que nos faz esperar (e esperar, esperar...) confortavelmente, e de forma atenta, por um desfecho pelo qual esperamos toda a vida e não sabíamos. Se não era assim, Scorsese e cia. assim fazem parecer pelo modo como contam essa história. O Russell Bufalino de Joe Pesci vem e vai, como uma força pairante, uma sombra, sobre Frank Sheeran, o narrador vivido por Robert De Niro.

O protagonista no presente volta até um momento decisivo num passado não tão distante, sua última missão, sobre a qual meditará pelo resto da vida — esquecido em um asilo. Todos se foram, só sobraram a si mesmo e suas lembranças. E que peso têm suas lembranças... É tamanho que nenhum dos tempos justapostos do filme jamais ousa encenar sua juventude com vivacidade ou enaltecer as riquezas de sua trajetória próspera. "Próspera". Qual a prosperidade de um homem que nunca sorri, só franze o cenho e evoca medo em quem ama?

Os únicos vínculos afetivos recíprocos que Frank tem em vida são Russell, o chefe seco e assertivo com quem vive uma relação de explorado complexa, porém nítida, parecida com a que vemos em outro filme-testamento espetacular de 2019, Era Uma Vez Em... Hollywood, de Quentin Tarantino; e Jimmy Hoffa, o personagem de Al Pacino que ressignifica O Irlandês em dois momentos decisivos: quando surge, enche o filme de vida, rouba a cena; e quando sai de cena, e o filme se esvai consigo, se arrasta, morre junto, não sem antes levar todos, moribundos, até o fim — que não chega. Não sem muita dor. A meia hora final é um suplício. Feita de quedas, velhice, solidão e dor. Muita dor.

"Nós provavelmente jamais faremos um filme assim de novo", diz De Niro. Não mesmo. Nem precisam.

"Se Marty e Bob têm uma marca, são essas histórias, sobre homens dessa parte da cultura americana e dessa parte do mundo", disse Jane Rosenthal, produtora que é parceira de Robert De Niro há muitos anos, tendo realizado os únicos longas-metragens que o ator dirigiu: Desafio no Bronx (A Bronx Tale, 1993) e O Bom Pastor (The Good Shepherd, 2006), penúltimo filme de Joe Pesci até topar o (insistente) convite para fazer O Irlandês. Portanto, Jane conhece bem a importância de todos esses filmes de gângsteres e suas reminiscências na vida desses homens, todos baby boomers de origem italiana crescidos nos violentos subúrbios de Nova York no pós-guerra. Se a carreira de Marty, Bob, Al e Pesci sempre se refletiu como uma imitação de suas próprias vidas, The Irishman se projeta como uma meditação final da vida e da arte deles. "Quando você vê esse grupo junto, você vê a história do cinema. Você vê todos os filmes deles juntos, e esse aqui se encaixa perfeitamente", diz Rosenthal.

Al Pacino teve o primeiro vislumbre desse futuro estupendo na virada dos anos 60 para os anos 70. Mas é Robert De Niro quem relembra a ocasião: o dia que eles se conheceram. Al descia a 14th Street, esquina com East Village, entre as avenidas A e B de Manhattan, com sua namorada, a atriz Jill Clayburgh. Eles cruzaram com o jovem De Niro, um ator desconhecido do grande público cuja reputação crescia nos círculos de atores após alguns filmes de baixo orçamento. "Havia algo nele", lembra Pacino, pensando no olhar e no carisma particular daquele garoto que viria a ser Travis Bickle e Max Cady. "Esse garoto vai longe", disse o futuro Sonny Wortzik, Frank Serpico e tantos outros patrimônios do cinema mundial.

Texto integrante da série CP Class

Comentários (7)

Heitor Romero | quarta-feira, 04 de Dezembro de 2019 - 14:16

Texto maravilhoso. Só com o lançamento de O Irlandês que me dei conta de que Al Pacino nunca havia sido dirigido por Martin Scorsese! Como assim?

Josiel Oliveira | quarta-feira, 04 de Dezembro de 2019 - 20:20

Sensacional, mais uma dessa CP Class, eu quero ler!
E poxa, outro dia fui procurar pra ler aquela do Blue Brothers e não consegui achar nem a pau. Po onde eu consigo acessar aquela matéria?

Rodrigo Torres | quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019 - 05:02

Vim aqui agora só pra isso, hahahaha! Te mando inbox.

Rodrigo Torres | quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019 - 07:48

Valeu, pessoal! Valeu mesmo... Gostei pra caramba de escrever esse texto também. Que bom que ficou... bom! rs

Quem não tiver lido a do Blues Brothers, me chama inbox que eu envio o material e explico o porquê de ter sido despublicada. Em suma, eu me desliguei sobre algo fundamental e achei melhor desativar o texto também. Penso em republicar outro dia em outro formato, em um momento propício.

Abraços!

Araquem da Rocha | terça-feira, 10 de Dezembro de 2019 - 17:51

Excelente texto. Certamente, os envolvidos em O Irlandês, construíram uma parte muito importante na história do cinema.

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