
- Direção
- Jeff Orlowski
- Roteiro:
- Davis Coombe, Vickie Curtis, Jeff Orlowski
- Gênero:
- Documentário
- Origem:
- Estados Unidos
- Duração:
- 94 minutos
Lupas (20)
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Apesar do tema extremamente necessário e atual, a abordagem é rasa, genérica e simplista. Vende-se como bombástico, mas entrega um grande "ah vá, juraaaaa?"
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É mais válido como veículo de informação do que como cinema. As estratégias bem intencionadas (até que ponto?) dos gigantes da internet fugiram do controle faz tempo, e discutir esse assunto é uma urgência inquestionável. A parte das dramatizações é exagerada, ainda que faça sentido.
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Se o óbvio fatalismo, sensacionalismo, e interesse escuso por trás de sua produção incomodam, O Dilema das Redes se redime em parte com sua ótima edição, direção dinâmica, e boa articulação na apresentação de seus temas. Eles encontraram uma maneira dinâmica e até divertida de desenvolver os argumentos, incrementando bons atores para simularem situações indiretamente geradas pelas redes sociais que podem ocorrer na vida real.
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Não vai além. Não está necessariamente "errado" na sua abordagem, mas não é um documentário dirigido por um corajoso.
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Apesar de nem sempre as partes lúdicas funcionarem, eu fiquei com vontade de jogar o celular no vaso sanitário depois de ver esse documentário.
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Em termos de cinema, não traz nada de novo, e mesmo no conteúdo há inúmeros livros que abordam o tema, embora seja uma reflexão altamente necessária. O fato de os depoimentos se concentrarem em pessoas que trabalharam diretamente nas empresas das redes sociais mostra não uma pretensão, mas uma postura de que é possível repensar valores. É bem vinda a mensagem.
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Traz reflexões muito interessantes, sobre como as mídias sociais alteraram alguns comportamentos humanos e realçaram outros. Sobre como cada vez mais pessoas ficam deprimidas por não estarem sendo recompensadas da forma idealizada nas mídias e sobre como elas potencializaram comportamentos segregativos, polarizadores e deram mais voz a radicais. Possui diversos outros pontos, mas ao meu ver, estes são os de mais destaque.
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Seria muito melhor se adotasse um tom 100% documental, sem aquela dramatização mal desenvolvida.
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Irônico por ser contado pelos próprios criadores, filme não deixa marca por cenas magistrais ou narrativa contundente - a história "fictícia" para ilustrar é uma canastrice -, mas por escancarar a realidade em um processo dinâmico de entrevistas intercalado com imagens de nosso cotidiano, demonstrando como o ser humano é manipulável.
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O Documentário peca em ter uma narrativa um pouco mastigada, subestimando a inteligência do público(por mais que seja compreensível, já que a burrice humana é uns dos assuntos principais no documentário).Ele consegue ser válido pelo tom de urgência e obter opiniões e informações interessantes sobre os seus entrevistados, já que a maioria trabalha(ou trabalhava) dentro no setor de comunicação digital.
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Meio piegas, mas o conteúdo é valioso
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Antes de tudo é inegável a importância de um documentário sobre esse tema hoje. Precisamos mais e mais falar sobre isso, e quando temos a oportunidade de ouvir sobre várias pessoas que participaram ou até foram responsáveis por esse nosso comportamento se torna uma experiência quase que necessária. Muitos dos discursos não são surpreendentes. O que assusta é como fingimos muitas vezes que não existem esses problemas. A ''reconstituição'' da família moderna é o grande ponto negativo aqui.
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O tema é de fato importante, mas ser mostrado isso só agora em 2020 soa como inocência, quase tudo que é discutido são coisas muito óbvias já há algum tempo, serviriam para os desavisados habituais mas esses não serão atingidos pelos mesmos motivos que o filme critica. As dramatizações bobas não ajudam muito.
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The Social Dilemma nos faz questionar qual é o verdadeiro papel de um documentário. Por que fazer um filme se uma pesquisa no google consegue informar bem mais rápido sendo bem menos tedioso?
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tirando as dramatizações fracas e desnecessárias, é um chamado à reflexão; o tom quase cataclísmico se mostra bem válido dada a urgência em se tratar do assunto, justificada pelo próprio documentário. e para quem diz “tudo que ele fala nós já sabíamos”, cuidado: existem milhões e milhões de pessoas que não nasceram em um mundo conectado e que não têm essas questões tão claras assim
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A frase que abre o doc, é um bom resumo do conteúdo dessa obra, e da "Matrix" em que vivemos.
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Se o óbvio fatalismo, sensacionalismo, e interesse escuso por trás de sua produção incomodam, O Dilema das Redes se redime em parte com sua ótima edição, direção dinâmica, e boa articulação na apresentação de seus temas. Eles encontraram uma maneira dinâmica e até divertida de desenvolver os argumentos, incrementando bons atores para simularem situações indiretamente geradas pelas redes sociais que podem ocorrer na vida real.
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Nada que já não saibamos ... A partir do momento em que a gente clica em "li e aceito", nos termos de uso de um portal e/ou rede social, praticamente concordamos em vender a alma, virando meras marionetes das corporações midiáticas que enxergam os usuários como uma mercadoria sobre a qual lucram através da manipulação de dados e informações, num ciclo viciante e perigoso. A frase síntese do filme: "Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários: a de drogas e a de software."
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Um grande dilema, gostei da forma apresentada, documentário, entrecortado com cenas cotidianas de uma família dependente das redes sociais, como depoimentos de ex funcionários de apps de renome, deixou o mais leve e convincente em seus argumentos...
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Filme caseiro (e, como documentário, bem fraco) da Netflix com tom apocalítiptico sobre coisas das quais estamos cansados de saber. Atores do estilo Rede Record e depoimentos bem forçados. Para os desavisados, talvez valha a pena.