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- Direção
- Paul Thomas Anderson
- Roteiro:
- Paul Thomas Anderson
- Gênero:
- Romance, Drama
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 22/02/2018
- Duração:
- 130 minutos
- Prêmios:
- 75° Globo de Ouro - 2018, 90° Oscar - 2018
Lupas (44)
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Não consigo não gostar de um roteiro do P.T.A, aqui temos um filme com longos diálogos, trilha envolvente e belas atuações.
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O final é melhor que a chuva de sapos, mas até chegar nele..... A personalidade da protagonista foi tão escondida que quando revelada perde da verossimilhança.
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Refino em cada peça de roupa, em cada postura que as personagens se apresentam, em cada nota da trilha sonora, em cada frame essa obra. Tudo isso para mascarar um conflito de egos (tão grandes quanto a cauda de um vestido de noiva) dos criadores projetados nas suas obras.
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"cheia de manias, toda dengosa" hehe
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Narrativa lenta, boa trama, mas arrastada, talvez cause uma certa angustia aos mais ansiosos, na eterna expectativa do que esta por acontecer, e que nunca acontece, ou melhor ocorre nas entrelinhas, na frieza do que não é dito, na omissão dos atos… Aquele final me surpreendeu, e coroou magistralmente o ótimo filme, acordo tácito… Simplesmente Adorável...
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Esteticamente impecável, atuações grandiosas e algumas cenas memoráveis mas precisa estar disposto ao seu ritmo lento e a um desfecho muito anticlimático.
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Lento e entediante. 03/06/2020
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Em mais uma atuação, na ausência de uma palavra melhor, monstruosa, Day-Lewis salva o filme de um fiasco (Krieps e Manville também contribuem). Apesar da boa construção do personagem protagonista, o roteiro é pobre, e Anderson arrasta a narrativa (a montagem lenta a torna mais maçante ainda) com seus simbolismos pessoais (logicamente, o figurino é caprichado), que pouco acrescentam ao conjunto. O desfecho, com roupagem inteligente, não passa de uma artimanha para agradar a crítica intelectual.
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Aborda um tema específico no que se refere ao pragmatismo e certas sistemáticas de como um profissional de alto padrão define sua vida e seus costumes. Ao mesmo tempo que sua nova musa é fundamental para sua sobrevivência, essa também se torna um fantasma que (literalmente) o dilacera por dentro. Direção regular de Anderson e aposentadoria gloriosa de Day-Lewis se unem aqui... nada menos do que já esperávamos.
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PTA constrói um personagem q representa a hipérbole da "mimadês", fragilidade e ego inflado do homem na sociedade patriarcal (em oposição irônica à figura do costureiro ligada ao feminino). PTA traz essa questão bem atual a um filme de época filmado c/uma classe rara entre os diretores atuais, inclusive o capricho na trilha, q lhe é de praxe, acontece aqui nessa pegada + clássica. A força dos diálogos compondo as relações de poder e subserviência lembrou até O Criado de Losey. E Day-Lewis é d+!
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Melhor filme da carreira de PTA. No nivel de maturidade que poucos diretores hoje conseguem alcançar.
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now, 15-02-2019
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A frieza das relações e o fetiche pela mercadoria estarrece nesse Thriller arrastado.
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Cheio de nuances, PTA transborda elegância e apuro técnico nesta imersiva estória que, por trás de sua simplicidade, há uma intrigante e, ao mesmo tempo belo, jogo de poderes. Isso, sem ignorar o romance e a paixão do casal. Lindo do começo ao fim!
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Filme duro de aguentar mas que recompensa os fortes, narrativa obsessiva e até o fim sutilmente profana. Deve o melhor trabalho do PTA.
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Há boas observações, um bocado de referências jogadas (Visconti, Losey, até Haneke), mas no fundo é mais uma fruição andersoniana do que qualquer coisa (e o foco dele sempre está mais nos personagens, numa certa excentricidade do que na história).
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Um coroa que aprende a amar. Atuações perfeitas dos 3 atores principais. No entanto há um desenrolar arrastado que me aborrecemo. Não perdi 2 horas do meu dia, mas não repetiria a dose.
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Paul Thomas Anderson costura com toda a classe possível um meticuloso drama sobre romance, relações de poder, manipulação e abuso. Daniel Day-Lewis entrega mais uma primorosa atuação.
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Paul Thomas Anderson e sua incursão no cinema clássico, em uma estranha construção de relação possessiva. Tecnicamente brilhante, ainda que demasiadamente frio.
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O que há depois do ‘felizes para sempre’ de um conto de fadas (e do que depende esse estado): o embate de idiossincrasias, as negociações afetivas e os jogos de poder de um casal que só encontra equilíbrio na doença. Dos melhores do diretor, desde já.