
- Direção
- Steven Spielberg
- Roteiro:
- Ernest Cline (roteiro e romance), Zak Penn, Eric Eason (colaboração)
- Gênero:
- Ação, Aventura, Ficção Científica
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 29/03/2018
- Duração:
- 140 minutos
- Prêmios:
- 91° Oscar - 2019
Lupas (38)
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- 403º filme de 2.022: visto pela segunda vem em 02/11 (visto anteriormente em 08/07/2.018; acervo próprio em BLU-RAY)... - Bonzinho... - Adquiri o blu-ray por estar num preço bom e por ser um filme do Steven Spielberg, um dos mais fracos dele! É um espetáculo visual bacana e as referências e os personagens da cultura pop são um prato cheio para os fãs! Mas a história é meio batida, confusa em alguns momentos, e o filme poderia ser menor! No geral, vale uma sessão! E só...
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Satisfaz pelas inúmeras referências e pela sagacidade do ambiente futurístico.
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As várias referências à cultura pop não são suficientes para sustentar o simples e clichê roteiro,mas ainda sim vale a experiência, ainda mais para aqueles que sempre foram apaixonados por games.
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Tem que se esforçar muito para acreditar que os jovens de 2045 vão conhecer e apreciar a cultura dos anos 70/80, mesmo desconsiderando esse detalhe o filme continua sendo fraco pois é sustentado pela obsessão da geração atual em entender referências, muito visto em filmes da Marvel, por exemplo. A trama é fraca, os personagens são rasos e caricatos, o roteiro é repleto de furos e o que salva são as cenas de ação e a homenagem um certo filme que não soou gratuito quanto as outras referências.
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Uma aventura oitentista na epóca da nostalgia. INCRÍVEL! A sequência envolvendo um certo clássico é de chorar de felicidade.
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Em que pede as referências já amplamente comentadas, sobre um Spielberg sempre ágil na ação, mas muito aquém no desenvolvimento dos personagens, em especial o vilão (aliás, o maniqueísmo de uma organização é tão forçado quando sua rendição ao final). Ainda assim é um ótimo espetáculo visual, mesmo que pareça um game (e não era pra ser?).
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Deixando de lado o baixo valor cinematográfico, principalmente, considerando a contribuição de Spielberg à 7ª arte, há que se aplaudir como essa grande mistura referencial à cultura pop acabou de alguma forma tendo homogeneidade. O roteiro é formulaico e caricato, porém, fosse mais sério, em relação ao tema que apenas pincela de leve, a influência do mundo virtual na vida das pessoas, talvez rendesse uma obra mais impactante. Faltou também desenvolver melhor o romance do casal protagonista.
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Spielberg, mesmo nos seus mais de 70 anos, continua a fazer filmes com o mesmo frescor, jovialidade e competência que realizou nos melhores momentos de sua carreira. Divertido e visualmente esplêndido, Jogador N°1 é para todos os adoradores de cultura pop e do bom cinemão pipoca.
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Acho competente a concepção tanto do mundo real ancap tomado por mega favelas verticais onde corporações escravizam pessoas endividadas quanto do mundo virtual, um bastante inventivo simulacro de filmes e jogos populares. Acho que é muito condescendente com a cultura nerd, não há uma critica ou mesmo uma analise mais forte sobre seus vícios e problemáticas, é afinal um produto sob medida para o consumo deles.
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Não dava nada pra esse filme, por mais que tivesse sido muito elogiado ainda tavo com o pé atrás, enfim, assisti e é um Filmaço!! Um dos melhores filmes do ano passado sem dúvida.
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O desfecho deixa um pouco a desejar, mas a aventura até lá enche os olhos com tamanha criatividade, tanto na criação dos personagens como nos cenários do Oasis, em especial a cena no Overlook, fantástica.
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Que delicinha de filme, fiquei super na vontade de jogá-lo, bom drama adolescente com muita aventura e fantasia... Ah e as referências, tornou ainda mais gostoso desfrutá-lo...
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O melodrama de Spielberg em níveis insuportáveis.
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Uma sequência hilária homenageia Stanley Kubrick ao recriar o Hotel Stanley de O Iluminado. Trata-se de um verdadeiro tributo à indústria cinematográfica. Deixa a porta aberta para um vasto mercado de jogos, produtos e sequelas.
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Filme espetacular.
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Tem inúmeros clichês, e embora ter consciência disso não amenize todos eles, é uma delicia de filme, que estruturaliza muito bem todas suas referencias e da alma a si próprio. E ver Spielberg dirigindo ação solta assim é foda demais. Uma grata surpresa.
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De longe o pior filme de Spielberg.
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Divertido demais, a aventura é boa, e a graça maior são as referências constantes. Games e filmes que brotam na tela, personagens escondidos aqui e ali, com uma sensação de reverência maravilhosa - como aos easter eggs. Coloca bem o exagero virtual.
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Uma overdose de Spielberg, um filme que segue a risca a jornada do herói e os clichês de gênero para focar no delírio visual e referências, que se amontoam em sua brevidade e necessidade de englobar todo um universo geek nerd em uma paleta de cores feia.
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Aventura no melhor estilo que Spielberg sabe promover