
- Direção
- Roteiro:
- Tate Taylor (roteiro), Kathryn Stockett (romance)
- Gênero:
- Origem:
- , ,
- Estreia:
- 03/02/2012
- Duração:
- 146 minutos
- Prêmios:
- 69° Globo de Ouro - 2012, 84° Oscar - 2012
Lupas (68)
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"A Cabana do Pai Tomás" para Gen-Zs...
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O filme se passa em Jackson, Mississippi, em 1963. Foi quando e onde o ativista dos direitos civis Medgar Evers foi assassinado. As manchetes de notícias nacionais da vida real sobre o assassinato são usadas no filme cerca de uma hora e vinte minutos de filme.
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Análise rasa e artificial. E choca imaginar que nos anos 50-60 tivemos "O sol é para todos" e o episódio "I am The color" da Twilight Zone, que abordam esse tema (injustiça aos negros) de forma MUITO MELHOR!
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Eat ma film.
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Várias vezes, um filme é superestimado por causa da relevância do seu tema, mesmo que sua realização cinematográfica fique aquém. Em outras, julga-se o filme por seu posicionamento ideológico sem se levar em conta o cinema como arte. Histórias Cruzadas está neste segundo tipo: não agrada ver o racismo velado de um filme que em sua primeira camada tenta se mostrar o contrário. Mas a realização mostra um filme bem contado, bem interpretado e bem fotografado.
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É aquele típico filme que você gosta, mesmo com os defeitos visíveis. A indecisão se se quer um drama político ou um drama com toques de humor bobo e fútil incomoda quando começa a se apelar para um humor escatológico. A péssima personagem de Brice Dallas Howard ilustra bem isso. Também desproposital o "drama" da personagem de Jéssica Chastain, assim como tantas histórias paralelas que desviam o que penso ser o propósito do filme.
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Incomoda-me quando um filme descaradamente libertário, primando pelo comedimento e linguajar da época incomoda as minorias perseguidas. Triste constatar que o preconceito subsiste em nós. É tempo de se buscar a cura com urgência.
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Tema pesado, a forma como é apresentada as histórias, cada uma com seu peso, mas o humor suaviza a forma como vemos, curti demais o filme, show de atuações!
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lamentável.
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O público médio sairá fascinado com este filme superficial, unilateral e maniqueísta sobre preconceito que de alguma forma critica um tipo de comportamento que a própria sociedade eliminou à muito tempo. Ficam as grandes atuações e um chororô desenfreado.
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O resultado 'racista' é intrigante, uma vez que o filme, teoricamente, expõe a igualdade. Funciona muito mais como comédia (exagerada, diga-se) do que como drama. O elenco feminino está brilhante, principalmente Davis e com a exceção da limitada Spencer..
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Gosto do tema, mas o filme parece ser todo certinho, cada coisa no seu lugar para passar a imagem perfeita do preconceito, é muito artificial. Não é um bom exemplar no tratamento deste tema wue merece todo o respeito e atenção. Abraços!
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Resumo da história; Negros coitados, sem iniciativa, vivendo na merda, até o momento em que um branco iluminado aparece para salvar o dia! Sem falar que é uma obra maniqueísta, feita para ganhar Prêmios. Mas com ótimo elenco, principalmente Viola Davis!
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Roteiro esquemático num filme longo, porém agradavel. O tema é espinhoso, mas tratado apenas na superficialidade. De todo modo, as atuações recheiam o filme. O resultado é positivo.
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Com um tema sempre atemporal e um baita elenco, poderia ter ido muito além do tom de matinê. A estigmatização é exagerada e pesa mais contra do que a favor - de todo modo, porém, o produto final tem passagens tocantes e é repleto de atuações femininas mais que marcantes.
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Um filme que nos faz refletir sobre a maior das ameças que assolam a sociedade: o preconceito.
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Nunca podemos cansar e esquecer das denúncias e histórias do tema, e quando junta com atuações magníficas de Viola Davis e Octavia Spencer, temos um filme muito bom.
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Simpático e muito agradável, ainda que supérfluo.
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A alternancia entre infantilidade e seriedade incomoda, no final a força maior são as atrizes que a mensagem, mas não é uma obra martirizante, e isso lhe sustenta.
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Apesar de o tema ser triste, o filme consegue ser bem divertido, tanto pelas cores como pelas cenas engraçadas.