
- Direção
- ,
- Roteiro:
- Victor Hugo (romance), Irene Mecchi (roteiro), Tab Murphy (argumento e roteiro), Jonathan Roberts (roteiro), Bob Tzudiker (roteiro), Noni White (roteiro), Burny Mattinson (argumento), Will Finn (material adicional)
- Gênero:
- , ,
- Origem:
- Duração:
- 91 minutos
- Prêmios:
- 54° Globo de Ouro - 1997, 69° Oscar - 1997
Lupas (27)
-
Filme triste e sombrio pra cacete.
-
- 428º filme de 2.022: visto novamente em 22/11 (o 25º filme do ano visto no Disney+)... - Bom... - Apesar de ter feito sucesso de crítica e público, eu o coloco na terceira prateleira dos estúdios de Walt Disney (num total de quatro prateleiras)! A obsessão doentia do Juiz pela Esmeralda deveria ser suavizada! Mas é um bom filme no geral, de uma fase em que o estúdio do Mickey Mouse mais acertava do que errava! E vamos pra sequência...
-
Visualmente belo, gráficos coloridos, musicalmente triste, animação sombria e triste, pobre Quasímodo , até que foi relativamente fiel à obra original, livro de Victor Hugo, com leves alterações, dou valor… Bem bonitinho e triste...
-
Uma verdadeira obra-prima da Disney. O vilão mais intenso e mais malvado da empresa. As músicas são fantásticos. "Lá fora..."
-
É interessante ao abordar temas como preconceito, perseguições e aceitação. O visual da parte final é um primor estético.
-
Um dos grandes exemplares da melhor fase da Disney. Vale destacar a ousadia em algumas passagens, as canções poderosas, os personagens bem delineados e o visual espetacular da animação, com destaque para os cenários barrocos e suntuosos.
-
Não tenho nenhum "defeito" para ressaltar.
-
Por incrível que pareça, Victor Hugo está ali: na atmosfera gótica arrebatadora, na poderosa trilha sonora e na mise-en-scéne das personagens e multidões nos enquadramentos amplos que celebram Notre Dame e a Paris medieval.
-
Filme dono das mais belas canções (e momentos) da Disney atual.
-
Grande ousadia da Disney ao trazer para o público infantil uma história tão intensa quanto essa, que, mesmo enfeitadinha ao seu estilo, não perde a força e a contundência das mensagens em suas entrelinhas. Da década de 90, é um dos melhores do estúdio.
-
Eis um verdadeiro espetáculo visual e musical. Situada numa belíssima Paris, nós somos apresentados a uma profunda trama com uma base histórica nada infantil e elementos sombrios que só engrandecem a obra, deixando-a ideologicamente rica.
-
Não tanto quanto a história original, mas é bem macabro: a religiosidade e o profano entrelaçados; a inocência (loucura?) de Quasímodo; Clopin, figura bem sombria; e Frollo, um dos vilões mais intrigantes que já vi. Ainda tem espaço para crítica social.
-
Nada o diferencia de outras animações na média.
-
Sempre gostei do filme, desde criança. Mas só de alguns anos para cá que tornou-se de fato um dos meus preferidos trabalhos de animação. Mais denso e sombrio que qualquer outra animação disney que assisti, o filme é rico em suas ilustrações e canções. Uma
-
O que falta em personagem secundário (que estátuas mais chatas!) sobra espaço pra um dos melhores vilões do estúdio, e temas como desigualdade social, plebe, política, protesto, intolerância e cegueira religiosa. Pra mim, uma surpresa!
-
O encontro entre o que há de mais inocente na Disney com tudo que há de mais sombrio em doses um pouco desequilibradas, onde ora se diluem ora se complementam, mas tendo espaço para momentos de força incrível, como a música Hell Fire.
-
28/05/97
-
Talvez a mais ousada das animações concebidas pela Disney, The Hunchback of Notre Dame mescla uma gama de cores pulsantes e músicas empolgantes a uma temática sombria que denota o âmago da produção. Visualmente excelso e positivamente subversivo.
-
Padrão Disney. Muito bom.
-
Um filme com um excelente enredo e personagens apaixonantes!