
- Direção
- Sidney Lumet
- Roteiro:
- Paddy Chayefsky (autor)
- Gênero:
- Drama
- Origem:
- Estados Unidos
- Duração:
- 121 minutos
- Prêmios:
- 49° Oscar - 1977, 34° Globo de Ouro - 1977
Lupas (41)
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A mídia explorando tensões sociais/políticas e um doente mental apenas por dinheiro e audiência é uma crítica a qual eu sou bastante simpático, embora o filme pudesse ser um tanto (ou melhor, muito) mais sutil com ela.
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Não consigo ser fã dos trabalhos de Lumet, muito embora este não seja um trabalho ruim.
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Parte de uma temática interessante, mas se perde em inúmeras subtramas e não desenvolve plenamente nenhuma delas.
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Verborrágico demais pra mim. Mas é ousado, profético e atual.
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O filme é refém dele próprio: um embuste sensacionalista. Escorregada feia de Sidney Lumet.
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Inesperado que um filme tão gritado e espalhafatoso esteja tão mais perto da unanimidade cinéfila do que do "amor ou ódio". Sensacionalista e barulhento, passível de grande debate quanto ao sucesso na explicitação de sua tese. Difícil é ficar indiferente.
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A capacidade de argumentação do texto de Lumet no seu auge. Explicita facetas do quarto poder como talvez nenhum filme tenha conseguido até hoje. A televisão, o capital e sua natureza implacável, o jornalismo romântico e sua função. A obra prima do Lumet.
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Belíssimo roteiro, encenado de forma intensa e firme, crítico e poderoso. Rede de Intrigas é um filme forte porém também histérico e exagerado, seu grande pecado que jamais encobre seus momentos de genialidade como a cena final e a gritaria das janelas.
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Lumet e Chayefksy entregam uma crítica inteligente, ácida, mordaz e, infelizmente, atualíssima. É trágico constatar que, passados quarenta anos, nada mudou. E que elenco: Dunaway, Finch, Duvall e Holden excepcionais em suas composições. Grande filme.
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04/05/2016
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No início parece ser um típico filme correto na abordagem e com uma execução lugar comum, mas aos poucos vai tirando essa impressão, e criando cenas escandalosas e condizentes com a crítica. Só é verbalizado demais: isso cansa e pode até soar pretensioso.
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Parafraseando o meme ... se soubéssemos o que acontece nos bastidores das grandes corporações de comunicação, ficaríamos enojados! Sagaz crítica ao sensacionalismo midiático. Poderia ter explorado mais momentos de tensão e menos na relação Holden/Dunaway.
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É um tanto espantoso como o roteiro de Network continua atual. Sempre questionei porque era tão difícil exibirem na TV. A crítica demolidora a essa forma de mídia é a melhor resposta, ou alguém consegue imaginar a Globo exibindo esse filme na Tela Quente?
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Tive que assistir duas vezes para dar minha nota... E assistiria mais 3, 4, 5 vezes, com o maior prazer. É um prazer ver esse filme.
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Há crítica, mas nenhuma provocação ou incitação. Funcionaria se tendesse para a sátira, casaria bem melhor com seu tom exagerado. Os discursos, onde deviriam residir sua força, parecem mais birra. Nem a habilidade narrativa de Lumet sobrevive.
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O vaticínio de Howard já se concretizou há muito. Verbalmente pontiagudo e energicamente atuado, não há uma só cena desprovida de um mínimo de impacto nessa crítica praticamente atemporal do modus operandi televisivo.
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Nós sabemos que as coisas estão ruins, então nos sentamos dendro de nossas casas e lentamente o mundo vai ficando menor e dizemos: Por favor, pelo menos nós deixem em paz dentro de nossas casas.Mais eu não os deixarem em paz,eu quero que vocês enlouqueção
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A banalização informacional, cada vez mais atual, destacando-se sobre a realidade em que vivemos, cada vez (aparentemente) menos importante diante dos olhos de quem a vivencia.
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Um filme de grandiosidade esplêndida. A crítica proposta é muito mais profunda do que aparenta ser, mas aos olhos de quem consome o exercicio de futilidade praticado pela TV é quase inútil, porém ao jornalismo é uma realidade a ser encarada.
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Um inteligente retrato satírico do poder das televisões, da busca do sucesso a qualquer preço e da passividade da sociedade diante disso. O roteiro é afiado, equilibrando humor e drama, e o elenco, impecável, com todos tendo momentos de brilho.