
- Direção
- Steven Soderbergh
- Roteiro:
- Susannah Grant
- Gênero:
- Biografia, Drama, Romance
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 31/12/1969
- Duração:
- 130 minutos
- Prêmios:
- 58° Globo de Ouro - 2001, 73° Oscar - 2001
Lupas (19)
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É um filme que não agrega muito, mas não é ruim. O ano de 2000 realmente não foi lá dos melhores para o cinema.
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Uma delícia de filme, atuações ótimas.e uma baita história-denúncia. Não caso de ver.
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Julia Roberts ter ganhado o Oscar vencendo a atuação monstruosa da Ellen Burstyn é uma das maiores sacanagens já vistas! Filme fraquinho, perfeito pra superestimada levar o premio.
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Envolvente demais, típico filme de premiação dos bons tempos (como mudou, esse tipo estragou absurdamente nos últimos tempos). Elenco dedicado, em alto nível, história intrigante. Senti falta de cenas de tribunal, o foco ficou na advocacia, pelo menos foi profundo. Mesmo a personagem principal sendo irritante, uma xarope do cão, Julia Roberts é uma maravilha. Luminosa pra cacete.
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A dupla protagonista está excelente! Julia Roberts mereceu o Oscar
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Julia Roberts e Albert Finney são a alma do filme, que faz uma crítica ao mundo das advocacias e engrandece o poder do afeto.
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Oscar à parte (lamentável derrota de Burstyn para Roberts), ela (Julia) deu mesmo show de atuação num filme esquecível, maniqueísta e que não engrena em momento algum. Finney também foi destaque.
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Boa cena de abertura, culminando num excelente plano-sequência. Ótimas interpretações de Albert Finney e Julia Roberts (me surpreendendo pela segunda vez).
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O peso todo está no roteiro e no elenco. E como eles dão conta do recado. Crítico, sarcástico, feminista e bem conduzido.
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Feito para ganhar prêmios (e conseguiu), o que não tira seus méritos, ainda que o arranhem. Excessivamente longo, mas tem uma história interessante e a força da personagem de Roberts mantém o filme de pé até o final. A direção é apenas correta, nada mais.
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O caso verídico é visto aqui com surpreendente equilíbrio e delicadeza, com um roteiro que dosa com perfeição humor e drama e cria uma personagem forte, atípica e apaixonante, agarrada com vontade por Julia Roberts.
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28/10/00
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Roberts é o coração desse bom filme-denúncia, do preconceito contra a mulher, da ambição das grandes corporações, da fragilidade da justiça, da desumanização e dinheiro, com Soderbergh vendo na biografia a chance de exibir suas revoltas e ter um Oscar.
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Soderbergh como artesão de uma fábula "de fatos reais" se sai muito bem, principalmente quando joga com a [ótima] atuação da Julia Roberts
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Atriz careteira + diretor sem talento = porcaria.
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Sem dúvida um dos papéis de maior destaque da carreira de Julia Roberts, mas não sei dizer se foi o bastante para justificar o Oscar ganho. Um bom filme, nada mais.
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Certos heroísmos retratados em Hollywood soam tão falsos...
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Regular, acadêmico, moldadinho. Julia Roberts está bem, e em tempos em que Sandra Bullock ganha Oscar por dar um mínimo de dignidade à sua personagem, o prêmio da atriz parece bem mais entendível.
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Julia Roberts é o corpo e a alma de um filme denunciatório que não soa panfletário.