Lupas (23)
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Nunca uma história de amor foi contada assim. Temperado com sangue e alguma violência, "Deixa Ela Entrar" fala do amor acima (e com) das diferenças. A cena da piscina é antológica.
Antonio Felipe Purcino | Em 28 de Janeiro de 2011.
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Apesar do próprio filme insistir que cabe a você acreditar ou não no que é mostrado, fica difícil não ter uma pulga atrás da orelha ao final do filme. Bem tenso.
Antonio Felipe Purcino | Em 03 de Janeiro de 2011.
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Ação? OK. Respeito à mitologia? Libertem o Kraken!
Antonio Felipe Purcino | Em 27 de Dezembro de 2010.
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Oferece tensão suficiente para levar a história até o final ainda mantendo o interesse. Mas perde força quando parte para as explicações do que ultrapassa o limite do absurdo.
Antonio Felipe Purcino | Em 27 de Dezembro de 2010.
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A série Harry Potter chega ao seu ápice. Filme tão bem feito que nem mesmo o corte no meio o faz ruim. É o último caminho rumo à perfeição.
Antonio Felipe Purcino | Em 21 de Novembro de 2010.
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Mais um ótimo filme do Homem de Ferro, com um ótimo vilão e sensacionais cenas de ação. Introduz bem os personagens dos Vingadores.
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.
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Um requinte visual para encher os olhos do espectador, mas com roteiro fraco e perdido, desperdiçando personagens e que por vezes, não chega a lugar algum. Tim Burton errou a mão, o que é raro de acontecer.
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.
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O mais importante conteúdo político jamais mostrado no cinema brasileiro.
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.
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Um dos estudos do ser humano mais importantes já realizado pelo cinema americano. Capitalismo, consumismo, american way of life, tudo é questionado pelo filme mais perigoso da América. Genial do início ao fim.
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.
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A versão de Ridley Scott para Robin Hood funciona muito bem como filme de ação, tem batalhas grandiosas, belos planos e boas atuações. Mas o roteiro é um tanto desinteressante.
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.
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Apenas um ato de dar-se as mãos tornou-se o momento mais emocionante do cinema neste século. Perfeito!
Antonio Felipe Purcino | Em 31 de Dezembro de 1969.