Após o retorno implacável da saga em 2018, Halloween Kills transforma o bom sentimento em um argumento raso e cômico. A burrice das vítimas é algo jamais visto e aflora nossa raiva a cada cena.
- 29º e 455º filme de 2.022: visto em 22/01 e 13/12...
- Razoável...
- O filme anterior é muito superior a esse, onde o diretor que outrora revitalizou uma franquia cultuada, aqui se perde em um filme de suspense/terror genérico, com o icônico Michael Myers alçado ao posto de um monstro imparável e invencível! Brutal, sangrento e violento, é um pouco decepcionante! O jeito é esperar pelo (suposto) último filme! E vamos pra sequência...
Antes todos os dois filmes anteriores se resumiam a um microcosmo de pessoas que precisavam lidar com algo incontrolável. Agora o horror se tornou coletivo e impossível de se esconder. Kills é, acima de tudo, um filme que se entende e se aceita como continuação (principalmente em seus defeitos) e em nenhum momento desrespeita o legado de Carpenter. Que trilha foda!
Todos os louvores que o filme anterior alcançou são praticamente jogados fora com as decisões tomadas pelo roteiro dessa continuação. O vilão, outrora colocado em momentos chave, se torna tão cansativo que não da pra saber o que é pior: a montagem caótica de cenas como a do hospital, ou a exposição fútil e apressada do que acontece próximo do final. Pra quem esperava algo que seguisse uma lógica mais parecida com a realidade, vai sair decepcionado.
Uma das maiores decepções do ano. Após a boa ruptura em 2018, aqui os produtores voltam atrás e entregam tudo de mais genérico que aconteceu nos quinto e sexto filmes.