
- Direção
- Aneesh Chaganty
- Roteiro:
- Aneesh Chaganty
- Gênero:
- Drama, Suspense
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 20/09/2018
- Duração:
- 102 minutos
Lupas (18)
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Um suspense policial dramático, e não terror, mas no melhor estilo "câmera na mão", 100% found footage, e assim acompanhamos uma infância feliz, a perda da mãe e um sumiço longo e angustiante, consegue manter o grau de tensão, além do ótimo plot twist, forçado e improvável, mas relevante e interessante… Excelente para os paladares menos exigentes e sedentos pelo estilo...
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Grande mérito pela observação da atualidade com a vida das pessoas ligadas inteiramente ao mundo virtual porém peca por cair em uma investigação padrão enquanto poderia ter focado pelo menos um pouco na questão do sentimento de desespero e vazio daquele pai, gerando um resultado um tanto mecânico.
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Gostei bastante da linguagem utilizada no filme, cria boas cenas e constrói bem o clima tenso principalmente na primeira metade, depois de um certo momento acaba se enrolando em muitas reviravoltas para conseguir dar um desfecho digno e abusa de algumas comodidades. Mas continua sendo bem imersivo no que propõe.
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A abertura clonada de "Up" (com upgrade para a era digital), já anuncia algo interessante, mas a edição ágil, guiada pela "tela", é a grande força do filme. A trama do roteiro (desaparecimento) não é lá essas coisas, ainda mais com as reviravoltas forçadas, porém, as mensagens (passadas indiretamente com o modo de investigação do pai), sobre não conhecer os próprios filhos e o poder das redes sociais, são o mais importante. Sem espaço para atuações marcantes, coube a Chaganty dar solidez à obra.
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Tinha tudo pra ser um fiasco, mas o filme surpreende logo de cara de maneira positiva. A sacada de construir toda a narrativa focada apenas na tela de um computador é usada de maneira muito inteligente, contribuindo inclusive de maneira muito eficiente para aumentar o nível de tensão da estória. Porém do meio pra frente esse esquema acaba cansando um pouco e o final acaba ficando manjado e soa até um pouco abrupto. Mas é um bom filme, bem acima da média.
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O esforço pra manter necessário o apelo estético é visível, ainda assim engajante. O desenvolvimento de personagens através do uso da tecnologia é bem bolado e o senso de urgência segura e justifica boa parte das escolhas. Suspense padrão com detalhes que se destacam.
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O filme simplesmente lhe dá um soco emocional após o outro enquanto seu suspense aumenta conforme mais detalhes sobre o mistério são revelados. Mas o diferencial de 'Searching' é a ressonância do relacionamento entre David e Margot.
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O roteiro tenta compensar a banalidade da história e suas reviravoltas previsíveis contando-a com a mediação constante de telas de computador ou celular —recurso tampouco original, mas ao menos atual. Mesmo quando os personagens interagem frente a frente, isso é oferecido ao espectador por meio de telas.
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Ótima dinâmica. Inventivo.
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Tem um suspense dinâmico e envolvente, do começo ao fim. Amizade Desfeita começou esse "novo estilo", mas ainda não tem um filme acima da média nesse formato.
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Ou você gosta muito do final ou você acha o plot um pouco incabível... Faço parte do segundo grupo, mas não nego que achei o filme intrigante.
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Das melhores surpresas de 2018, remetendo as próprias palavras de Vladimir Maiakovski, dramaturgo russo, de que 'sem forma revolucionária, não há arte revolucionária'. Um ótimo e surpreendente uso do ambiente online com fins narratológicos impecáveis.
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A narrativa, além de ser mega interessante, consegue com a direção envolvente, prender e causar tensão do início ao fim; ainda que alguns momentos soe, ironicamente, um pouco televisivos. Também há um ótimo plot twist, embora o desfecho seja questionável.
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O final é tão covarde que reduziu a experiência ao mero entretenimento. Talvez na próxima.
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Incorpora telas, programas e afins como um recurso narrativo eficiente e atrativo, pena que derrape nos minutos finais. O que havia sido mostrado até ali era bem mais corajoso.
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O diretor estreante consegue fazer cinema puro nesse filme completamente visto por meio de dispositivos eletrônicos. As informações e as revelações são sutis e naturais - fazendo jus ao "mostre, não conte". Às vezes o formato não é natural, mas funciona.
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Direção e roteiro praticamente impecáveis, assim como a parte técnica e ótimas atuações de John Cho e Debra Messing. O filme prende do início ao fim, com um grande suspense. Só se perde um pouco no final, mas Buscando... é um filmaço. Dos melhores do ano.
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Suspense de altíssimo nível, com montagem e recursos visuais interessantes, que te deixam vidrado o tempo todo. Verossimilhante, crítico e cumpre bem sua proposta.