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7,9
Média
61 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
James Gray, Ethan Gross
Gênero:
, , ,
Origem:
,
Estreia:
26/09/2019
Duração:
122 minutos

Lupas (13)

  • A jornada de Roy o leva a quilômetros afora, mas é dentro de si que a maior viagem se processa. O que parece apenas um clichê de autoajuda se desdobra em possibilidades no cinema de Gray, que persegue o cerne familiar ao longo de toda sua obra, e flagra sujeitos no limiar entre se perder, e se (re)encontrar; dessa vez, numa aventura ondulante.

    Patrick Corrêa | Em 05 de Outubro de 2019 | NOTA: 8.0
  • A busca pelo interior e o que fazemos para curar as feridas é maior que o espaço!

    Guilherme Saeger C. Albuquerque | Em 05 de Outubro de 2019 | NOTA: 10.0
  • O espaço fala por si só. E mesmo com toda a narração mastigada e a fragilidade das escolhas dos personagens secundários, a força sensorial da jornada eleva as camadas de uma trama que não almeja complexidade. É um ser frio e solitário que entra num embate com seu semelhante, o universo.

    Guilherme Algon | Em 02 de Outubro de 2019 | NOTA: 8.0
  • Ótimo

    Filomena de Souza | Em 02 de Outubro de 2019 | NOTA: 10.0
  • Excelente estudo de personagem em sua viagem existencial na busca por seu pai e as respostas de que tanto precisa, em uma obra psicologicamente emocional, com sua trama crítica e introspectiva hora ou outra sendo 'obrigada' a soltar uma cena de ação pra fins mais comerciais, mas Gray e Pitt equilibram eficientemente as expectativas. Amadurecimento, solidão, o pertencimento à algo e alguém, realizações e frustrações, sonhos, orgulho e medo, com minutos finais simbólicos e de pura contemplação.

    Daniel Borges | Em 01 de Outubro de 2019 | NOTA: 8.0
  • Para nos tornamos homens de verdade precisamos matar nossos pais. Belo filme, cheio de simbolismos e também liberto de vícios narrativos da ficção científica. Gray é claramente o herdeiro direto do cinema clássico americano.

    Wellington Junior | Em 30 de Setembro de 2019 | NOTA: 8.5
  • Mais do que interessantes efeitos visuais, temos profundas reflexões sobre relações familiares com o tempo, lembranças, obsessões e o amor. A cena simbolizando o desprendimento de pai e filho como um rompimento de um cordão umbilical é o ponto alto do filme.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 29 de Setembro de 2019 | NOTA: 7.0
  • “Carta ao pai” do Franz Kafka, só que no espaço. É bem legal, para um filme em que “nada” acontece.

    Paulo Henrique de Aragão | Em 29 de Setembro de 2019 | NOTA: 7.0
  • Ad Astra é um filme bem intimista, que parte do conflito em torno da paternidade: a viagem do protagonista ao coração (das trevas) do seu pai. Lembrei da noção, em Freud, de parricídio (crime fundador da humanidade). Enfim, James Gray sabe como ninguém construir um drama de peso.

    Júlio César Filho | Em 28 de Setembro de 2019 | NOTA: 8.5
  • Apesar de ser narrativamente pouco recompensador, de ter uma mensagem óbvia e de pecar diversas vezes com a síndrome do personagem que fala consigo o tempo todo para passar informações emocionais ao público, há algo que - não sei explicar - me fez gostar. James Gray tem um domínio de cena e de câmera muito bons.

    Kennedy | Em 28 de Setembro de 2019 | NOTA: 8.0
  • À beira da verborragia por conta da narração em off, artifício que, no entanto, se justifica por conta da caracterização do personagem de Pitt (em grande momento, um de seus melhores), de modo que não chega às raias do didatismo. No mais, é a jornada espacial por excelência, em que o homem vai longe para encontrar a si próprio. As comparações com Interestelar e Gravidade são inevitáveis, mas Gray é um dramaturgo muito mais talentoso do que Cuarón e Nolan, obviamente.

    Augusto Barbosa | Em 27 de Setembro de 2019 | NOTA: 9.0
  • Brad Pitt parece desconfortável em alguns momentos e não consegue transmitir o que é necessário. Lee Jones no pouco que aparece já rouba o filme para sí e da um sopro no longa. A trilha é forçada e didática demais... James Gray repete novamente o que fez de errado em Z. Começa muito bem, mas de novo qui temos uma junção de vários outros filmes para uma obra sem tanto peso. Meio formulaica e verborrágica demais. Tem uma obra fantástica no meio de tudo isso, mas ele se perde em como contar.

    Leonardo Ferreira Sampaio | Em 27 de Setembro de 2019 | NOTA: 4.5
  • Falta-lhe um pouco mais de ousadia. Ficamos esperando que uma cena dê aquela reviravolta e... não acontece.

    César Costa | Em 26 de Setembro de 2019 | NOTA: 7.0