
- Direção
- James Gray
- Roteiro:
- James Gray, Ethan Gross
- Gênero:
- Aventura, Drama, Ficção Científica, Suspense
- Origem:
- Brasil, Estados Unidos
- Estreia:
- 26/09/2019
- Duração:
- 122 minutos
- Prêmios:
- 92º Oscar - 2020
Lupas (43)
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tecnicamente bem feito e de muito bom gosto, mas faltou algo pra ser uma obra inesquecível que não sei muito bem dizer o que é.
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28/06/2023
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Entre o visual e o roteiro, pontos para o visual e poucos pontos para o roteiro, numa aventura espacial intimista, Pitt da vida a um personagem pouco interessante, perdido e vazio, lógico que tudo coerente com seus traumas, porém, de difícil identificação, o grande mote do filme é a relação pai e filho e o abandono paterno, além da mensagem sobre superação dos erros de nossos pais, tudo muito óbvio e embalado numa bela fotografia e designer de produção.
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05/01/2023
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O título significa "para as estrelas" em latim.
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Vi esse filme com zero expectativas e me surpreendi. Não é aquela maravilha, mas cumpre seus objetivos. É um filme de jornada de herói intimista. Nesse aspecto começamos a divergir do propósito. Sendo um filme de abordagem realista coloca no maxímo alguns momentos de flashback e o filme começa a sofrer de ritmo,montagem e até efeitos visuais. Os momentos de tensão não são palpaveis e inclusive desinteressantes, mas o caminho do heroí é bem entregue. Gostei do filme só que é muito inacessivel.
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Mais um ótimo filme de James Gray. Brad Pitt em uma grande atuação, uma de suas melhores. Tommy Lee Jones mesmo aparecendo pouco está bem, mas esperava mais da participação da Ruth Negga. A direção do Gray é ótima como sempre. Tecnicamente é um filme incrível, com destaque pra efeitos visuais, som e fotografia de Hoyte van Hoytema. O filme em alguns momentos é um pouco cansativo. Mas tirando isso, e o roteiro também é muito bom. Ad Astra - Rumo às Estrelas é um ótimo e subestimado filme.
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De visual bonito, o contexto espacial inventivo esbarra na trama datada que não cativa o espectador. Tommy Lee oxigena o filme no final, mas o resultado continuou pobre para um diretor contemporâneo tão inteligente e competente.
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Desde 'Z - A Cidade Perdida' tive a impressão que James Gray perdeu a mão. Deus queira que ele recupere aquela pegada de antigamente, porque olha...
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O filme é bom a partir da profundidade do personagem, do seu drama, e o que tudo desencadeou no seu psico os feitos (e "não feitos") do pai, influenciando vida pessoal e profissional... e confundido elas. Do ponto de vista da temática (espaço) e seus desdobramentos físicos achei que se bandeou demais para a ficção.
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Pitt em uma grande atuação em uma história envolvente.
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09/06/2020.
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Com a falta de ideias originais, Hollywood vem usando a tática de misturar roteiros mais antigos, inserindo simbologismos existencialistas, o que deixa o filme com uma roupagem nova. Aqui, Gray se utiliza desse truque, incrementando o projeto com efeitos especiais de alta qualidade, mas o conteúdo continua sendo nulo. A 1a metade (só uma longa introdução) tem um contexto que se sustenta, já a 2a, é só arte visual inconsistente (que astronauta animal atira dentro da própria cápsula de comando?).
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É o confronto do homem com seu destino cósmico, como esse extraordinário cineasta já havia mostrado em sua obra-prima, Era Uma Vez em Nova York, de 2013, e no mais recente Z – A Cidade Perdida, de 2016.
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Uma tentativa válida em ser um filme de astronauta com uma pegada de filme de profundidade psicológica. Há uma metáfora válida sobre a imensidão da solidão mas confesso que o dilema do astronauta me parece um tanto superficial. Extremamente bem realizado cinematograficamente falando.
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O mais perto que chegamos de 2001 até agora. Belo e intimísta, e, ao contrário de Interstellar, não se preocupa e ser didático para dar enfoque à busca existencial de Roy. Filmaço.
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Genérico. Faz recortes de filmes como Gravidade (2013 - caminhada e acidente espacial), Interestelar (2014 - narração em primeira pessoa, salvar o planeta, relação familiar), e, principalmente, O Enigma do Horizonte (1997), cujo o argumento (nave perdida, comandante louco) é praticamente idêntico, até o planeta Netuno. Deve ter mais se for analisar com calma. É a indústria de reciclagem de Hollywood, que só engana alienados. E ainda tem maluco procurando filosofia na parada! Now, 07-05-20.
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o vazio e a escuridão do universo são retratadas com maestria, enquanto acompanhamos Roy se colocar na mais extrema das solidões para conseguir entender a importância de romper com o passado e de criar novos vínculos. o perfil lento e divagativo típico de Gray continua presente, com um material que o justifica e o potencializa
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Esperava mais do filme, más tem momentos bons, lembra Gravidade em certas cenas, a sensação de estar sozinho é incomoda em algumas cenas, o que é bom pois é a ideia do filme.
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Filme ruim com força. Dá até preguiça discorrer sobre o ocorrido. Me preocupa profundamente a humanidade ter chegado ao ponto de existirem indivíduos que enxerguem qualidades nesse troço. Piegas pacas! Mas, vai lá, veja você mesmo carinha ;-)