
- Direção
- Matt Ross
- Roteiro:
- Matt Ross (escrito por)
- Gênero:
- Comédia, Drama, Romance
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 22/12/2016
- Duração:
- 118 minutos
- Prêmios:
- 74° Globo de Ouro - 2017, 89° Oscar - 2017
Lupas (41)
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Mais um da série: "Pareço ótimo, sou bonito, mas não tenho conteúdo". Manipulador, o filme vale a pena apenas nos seus 25 minutos iniciais quando temos dúvidas sobre quem são? Agressivo, tirano ou o quê exatamente? As respostas são satisfatórias. Mas, quando começa o road movie, o que se mostra é contradito na sequência sempre com o intuito de "causar" e piora até descambar para um terceiro ato ruim. Mesmo a bela cena ao som de Sweet Child O´ Mine soa falsa. Afinal não era de Bach que se era fã?
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Ser alheio a o mundo, não resolve nem o mundo nem a si mesmo, aqui criar os filhos numa bolha natural os leva a serem deslocados do restante, os aliena tanto quanto daqueles que critica, e aliando esse bom argumento com um elenco afiado e em sintonia temos um filme inspirador, contestador e que levanta boas discussões sociais, o filho rebelde não se justifica e parece deslocado, mal explicado, mas o restante é acima da média.
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- 412º filme de 2.021: "Exército de Ladrões - Invasão da Europa" (ALE/EUA/21; o 53º filme do ano visto na Netflix)... - 413º filme de 2.021! Visto pela segunda vez em 01º/11 (visto anteriormente em 27/09/2.017; acervo próprio em DVD); - Excelente... - Simplesmente o melhor filme que eu vi em 2.017 (entre 429 filme, sendo 326 filmes inéditos)! A cena ao som de "Sweet Child O'Mine" chama-se magia do cinema! Recomendo! Vale várias sessões...
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Com um roteiro totalmente perdido em referências, que vai do justo conselho de respeitar as mulheres à exaltação constrangedora ao pensamento antiamericano de Chomsky (1º, o garoto sem saber contra-argumentá-lo diante da família e depois balbuciando um de seus textos ao final), passando pela crítica ao consumismo e aos fast foods, ao mesmo tempo que incentiva uma justa expropriação de um mercado (sem contar o método "seita" de criar os filhos), é difícil levar o filme a sério em algum momento.
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30/12/2019
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Consegue fazer pensar sobre anticonsumismo, ainda que não seja revolucionário. A química entre a família é ótima.
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Se eu for pensar na maior surpresa que tive com os lançamentos desse ano seria a história dessa família vivendo numa sociedade alternativa no meio do mato. Roteiro que discute ideias julgadas pretensiosas por quem não a entendeu mas que encontra o diálogo
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Que filme lindo, como não se apaixonar por essa família, deu até vontade de ir morar com os índios... s2... Desse filme rola um debate bem legal, muitos prós e contra para os naturalistas vs convencional capitalismo...
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FIlme DELICIOSO, te deixa feliz por assistir. Que canção ao final, senhoras e senhores. Linda performance de Viggo e das crianças. Inspirador e tocante.
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Que filme gostoso de se assistir, elenco maravilhoso, momentos cómicos e outros emocionantes. Amei o filme!
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Ótimo filme
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O ritmo do filme é muito legal.Esse é o seu ponto alto.Pois de resto há diversas partes extremamente tendenciosas, com situações previsíveis e diálogos não muito felizes.Há uma certa complexidade sim nos personagens, mas às vezes parece cartilha ideologic
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Filme indie cheio de clichês,mas até que diverte.
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É hipster/comercial/superficial/poser pra caralho? É, e dá raiva! Mas é bonitinho e traz reflexões sobre pontos realmente importantes, ainda que de forma superficial, o q p/ outro lado o torna popular. Já dá p/ dizer que é melhor que Na Natureza Selvagem
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Admirável como a estranheza sentida pela família ao entrar em contato com o "nosso mundo" é perfeitamente transmitida.
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Filme mal ajambrado, com personagens que desaparecem, resoluções que surgem por milagre e uma direção que não valoriza os olhares e o tempo interno da narração. As crianças salvam do fiasco, mas não remendam o que roteiro e direção deixaram esfarrapado.
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Filme sensivel que nao procura caminhos faceis para seus ricos dilemas morais
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Embora o assunto seja muito interessante, não soa natural como deve ser.O roteiro é pobre e a direção pouco inovadora.
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Na superfície, um filme formulaico, calculado e clichê, que entrega de bandeja um discurso progressista de forma forçada. Mas, em suas camadas abaixo, se trata de uma obra nada superficial, que não busca propor um padrão a ser seguido, mas sim criticar quem molda esses padrões, seja capitalistas consumistas ou hippies que vivem no meio mato. Capitão Fantástico é um filme humanista, uma ode ao diferente e ao igual; uma obra linda e externamente cativante, que é bem menos maniqueísta do que parece
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Filmaço.. faz vc pensar que algo esta errado e talvez nem tanto, melhor filme 2016