
- Direção
- Steven Spielberg
- Roteiro:
- Melissa Mathison (roteiro), Roald Dahl (romance)
- Gênero:
- Fantasia
- Origem:
- Estados Unidos, Reino Unido, Canadá
- Estreia:
- 28/07/2016
- Duração:
- 117 minutos
Lupas (12)
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Pensa numa criaturinha fofa, ingênua e cativante, o bom amigo gigante o é, gráficos perfeitos, me lembrou o igualmente belo "Jack, o Caçador de Gigantes" e um misto do "Meu Amigo, o Dragão", Nojinho da Chuchubobrinha, eca… Rainha carismática, Rebecca Hall delicada, tudo muito fofo e encantador, adorável...
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O fraco potencial da história (um curta-metragem?) já compromete bastante o roteiro, que inexplicavelmente foi muito alongado, para abarcar cenas desnecessárias e enfadonhas (como a "caça aos sonhos" ou a "flatulência"); e Spielberg não conseguiu dar dinâmica agradável ao filme (ainda que se veja traços de suas boas ideias na composição dos personagens, cenários e parte técnica). A atuação "fofa" de Ruby Barnhill (uma simpatia) é o que dá impulso à animação e mantém algum interesse no desfecho.
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Incompreendido. Spielberg continua o bom fiel amigo da aventura, do imaginário, mesmo não se destacando entre os melhores, The BFG é um conto agradável, divertido e muito, muito bem feito. A divisão do espaço é muito bem pensado, posicionado e inteligente
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Um dos piores de Spielberg,certeza.
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Spielberg vai até o limite do aceitável quanto ao lugar das fábulas mágicas no mundo atual, onde mitos não têm vez, e o resultado é insosso por demais. Filme afinal sem público algum, já que nem a criançada amadurada de hoje faz o público nuelo de BFG.
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Tremenda bobagem incapaz de fisgar seja pelo visual, seja pela construção dramática. Um punhado de cenas parece existir apenas para encher linguiça e acabam desafiando a paciência do espectador.
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Ótimo filme.
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Algumas situações podem parecer um mix de Os Goonies, que Spielberg produziu, com Indiana Jones e o Templo da Perdição, que dirigiu, mas não se pode esquecer que esses filmes têm mais de trinta anos .
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Uma história de carrochinha, que nas mãos mágicas de STEVEN SPIELBERG, resulta numa fantasia infantil de muito bom gosto.
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Razoavel
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Spielberg e seu universo juvenil em mais uma tacada certeira para seu público alvo. Temos um trabalho visualmente interessante, divertido e tocante na medida certa.
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Tem um roteiro que acaba contribuindo para alguns trechos mais longos do que deveriam, mas se Spielberg erra um pouquinho nisso, acerta em cheio na construção da relação dos personagens principais e cria uma gigante pequena aventura cheia de lições.