Se o filme fosse voltado para um público mais velho e não fosse tão bitolado de efeitos visuais mal-feitos, funcionaria como percursor de um interessante ponto de vista que une tecnologia e seres extraterrestres. Ainda assim, bom trabalho.
a abordagem é razoavelmente original e se vale de ótimos CGs, mas a direção indecisa de Eubank enfraquece o produto final que, entre planos longos, tons pastéis, found footages e vários slow motions, acaba por criar um pastiche involuntário de gêneros
O que falta de escancarado ganha-se em clima.
Todas as cenas após a captura são bem colocadas,sente-se o vazio e a incompreensão.Quando ocorre o choque vem com impacto - aquele rosto na foto,as garras na parede,a descoberta das pernas.Funciona.
Condução fora do usual e um acumulado de referências tornam a experiência curiosa e envolvente, apesar do falso aspecto culto e complexo da obra. Poderia ter sido mais, bem mais. Ao menos, é um gás respeitável para o gênero.
Um emaranhado de porralouquice e genialidade que circula entre a tensão, o mistério e a cafonice. The Signal é desconstruído em sua narrativa oferecendo surpresa em cada reviravolta. É o que dá pegar uns trocados e fazer uma ficção independente. Filmaço!
Eu poderia tecer algum comentário ilustrativo e eloquente sobre o filme e sua lambança científica, mas o único questionamento acerca, principalmente depois do final, é: 'Sim, mas e daí?'.