
- Direção
- Tomas Portella
- Roteiro:
- Tomas Portella (roteiro), Mariana Vielmond (roteiro)
- Gênero:
- Suspense
- Origem:
- Brasil
- Estreia:
- 18/09/2014
- Duração:
- 90 minutos
Lupas (10)
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O baixo orçamento é visível nos primeiros minutos, o quem por si só, não é sinônimo de má qualidade. Incomoda mesmo é o roteiro capenga e as interpretações rasas de todos no elenco, até porque estão com rascunhos de personagens nas mãos.
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A trama é interessante, principalmente em torno da psicopatologia do(s) personagem(ns). No entanto, deixa a desejar pois é mal filmado e tem atuações fracas.
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Um pouco lenta, mais suspense, que terror, mas uma produção sincera, poderíamos até dizer cotidiano, meliantes estupradores (baseado nos crimes dos irmãos Ibraim e Henrique praticantes de necrofilia) numa mata qualquer, Bruno e Regiane muito bem como um casal a beira da neurose, trilha sonora de Lost, e o final nos rendeu uma grata surpresa e uma bela homenagem a José Wilker no ano de seu falecimento… Ótima produção nacional...
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Alguns momentos tensos e duas atuações convincentes, é uma boa experiência do cinema nacional no gênero, mas longe de chegar ao grau de excelência.
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Uma situação de medo,emparelha bem demais com a alta violência do Brasil atual.Poderia ter explorado mais esse pedaço,numa linha mais direta. Termina pobre e muito batido. Mas é muito bom ver o cinema brasileiro explorar certas áreas.
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Bom filme.
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A simplicidade e a pureza do horror levados como carro-chefe de um filme que não faz jus a sua proposta, sobrevivendo através da estética de baixo orçamento e boa fotografia, caindo em repetições, marasmo, história fraca que morre num final improvisado.
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Suspense nacional, lotado de clichês bem executados. Como não é um gênero bem explorado pelos brasileiros, vale a conferida.
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Tem uma premissa muito boa. Seu desenrolar e a revelação final que deixam a desejar, são dúbias demais, e não quer dizer muita coisa. Entretanto, tem virtuosidades técnicas, a exemplo da ótima edição de som. Vale por entrar em gênero pouco explorado no BR
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Ainda tem gente no mercado nacional que não entendeu que ser inovador não é pegar todos os clichês de gênero fora do habitual em nosso país. Ao menos, resta uma tensão envolvente, uma reviravolta interessante e uma ou outra atuação boa.