
- Direção
- José Mojica Marins
- Roteiro:
- José Mojica Marins, Dennison Ramalho
- Gênero:
- Terror
- Origem:
- Brasil
- Duração:
- 90 minutos
Lupas (16)
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Mojica continuou um grande artesão de imagens, com um bom orçamento ele faz um trabalho muito bom de um horror gore surpreendente, o filme ganha em se assumir marginal, os gritos amalucados, as atuações super exageradas, a critica social aguda, tá tudo aqui e funciona bem. Acho que as vezes ele se acha genial demais e isso atrapalha um pouco.
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Mesmo após 40 anos, Mojica conseguiu lançar o último filme de Zé do Caixão. Não é o melhor dos três, mas é ótimo. A direção é ótima, mas o roteiro podia ter sido melhor, algumas coisas e uns personagens poderiam ter sido melhor trabalhados, principalmente o vivido por Jece Valadão. Mojica não tem uma atuação muito boa, assim como o resto do elenco. Ótimas cenas de gore, sendo muito nojentas e nudez é o que não falta. Apesar de uns problemas, é um ótimo filme e encerrou muito bem a trilogia.
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Não se mata uma imagem, um reflexo. Mojica mostra que não perdeu nada de seu talento. Molda-se perfeitamente para os dias atuais. Não se tornando repetitivo, como no segundo filme, e fazendo que a repetição de temas ganhe novas formas e sombras na podridão de um país. A montagem varia entre transições cafonas e um bom ritmo. Zé é um extremo perante o extremo que nos acostumamos a lidar e a viver, tão violento quanto, tão filho da puta quanto. Como o reflexo invertido de um espelho.
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Soa mais como um reboot que abraça o gore gringo dos anos 2000 do que propriamente um desfecho para um personagem icônico, por vezes mal desenvolvido, indo da personificação da maldade ao completo covarde e até "justiceiro incompreendido". As alfinetadas sociais ousam, mas arranham a superfície e se perdem com Zé sempre em primeiro plano. O choque de um personagem datado com as tensões atuais podia ter alçado voos muito mais densos. E nossa, quanta misoginia.
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Um grande filme de um diretor pra lá de talentoso
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ARQUIVO.
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Icônico. Só a cena de Mojica e Zé Celso, do grupo Oficina de São Paulo já basta, bom demais.
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29/01/09
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Poderia ser melhor .
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Esperava mais.
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Grande retorno de Zé,agora com mais recursos e fazendo excelente ligação com as duas partes anteriores. As cenas de gore são ultrajantes,nojentas e deixam marcas inapagáveis (a do porco é das melhores já feitas).
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Uma obra-prima que encerra o que é a maior saga do cinema brasileiro, e com o que é, provavelmente, o melhor personagem 100% nacional. Talvez o melhor da trilogia.
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Ainda que o filme oscile um pouco e a atuação de Mojica tenha perdido um pouco do timing, a essência de Zé do Caixão e de Mojica continuam lá: satanismo, canibalismo, delírios surreais, assombrações, nesse que é um final muito digno para a trilogia.
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44 anos e muita experiência adquirida depois, Jose Mojica finaliza a busca de seu mais famoso personagem, em um filme que atinge o equilibrio perfeito entre o insano, o obcessivo e o macabramente divertido. A cena da ratazana é inesquecível!
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Numa atualidade onde o cinema nacional sempre se preocupa em ser tão "real", precisamos do delírio imaginativo de José Mojica Marins!
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Uma grande lástima que Mojica tenha retornado em filme cujas críticas sociais soem ora datadas, ora inconsistentes. Ainda assim, é tecnicamente muito bom, com exceção da edição. Que Zé do Caixão retorne muitas vezes mais.