
- Direção
- Alejandro Jodorowsky
- Roteiro:
- Alejandro Jodorowsky
- Gênero:
- Aventura, Comédia, Terror, Drama
- Origem:
- Estados Unidos, México
- Duração:
- 114 minutos
Lupas (17)
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Com inúmeros simbolismos a cada cena, com Jodorowsky, esbanjando seu conhecimento sobre esoterismo, "The Holy Mountain" pode ser tudo, menos chato. O segundo ato, em formato de antologia, é o mais interessant.
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Classudo e grotesco ao mesmo tempo, filme impressiona por deixar a mentira de cada cena o mais escancarada possível e ainda assim nos enganar, sendo sempre imprevisível em cada ato (a última cena te arremessa ao real de forma brilhante). O estranhamento e a curiosidade aqui andam de mãos dadas. Possui mil interpretações, possui nenhuma, poderia ser mudo, poderia explicar mais... Mas Jodorowsky não ligou para nada disso e nos entregou essa caralhada aí.
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Viagem pelas entranhas do ocultismo, do controle social, através dos pilares corrompidos da sociedade mundana e material. Enigma de conceitos políticos, filosóficos, espirituais, históricos e artísticos. Um filme que navega no surrealismo, transcende o sensorial, extrapola o profano, cultiva o absurdo. Quebra a corrente das ilusões que aprisionam e sufocam a humanidade. É uma estrutura complexa e reflexiva. Uma encenação primorosa. Uma subversão do mundo como ele é. "Mas essa vida é real?"
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O início da jornada do ladrão, com o sagrado sendo profanado e animais exóticos é bem mais interessante com suas bizarrices, loucuras e coisas grotescas do que propriamente na parte final com a reunião para encontrar a imortalidade na montanha sagrada. No final, Jodorowsky obtém êxito nessa experiência visual e de estilo único.
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Idiots! You could've made history but we're already forgetting you!
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Jodorowsky extrapola qualquer limite de universalidade em sua obra e trata a doença da humanidade como uma espécie de epidemia planetária.Por fim,o homem pecaminoso busca imortalidade no Paraíso, mera ilusão, num mundo que virou as costas para a realidade
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25/10/08 - Uma crítica explícita à sociedade em que vivemos, para isso, Jodorowsky não poupou o uso de violência, escatologia, erotismo e misticismo. Um dos filmes mais bizarros já feito.
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O mais próximo que alguém já chegou de filmar um monte de merda e forçar a plateia a atribuir um significado a isso (e ela ainda tenta). O rei está nu e estão elogiando suas roupas.
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é facilmente digerido por ser visualmente deslumbrante e com um puta senso de humor tragicomico, mas é dificil de compreender todo seu simbolismo escancarado de uma só vez. um filme único e com alma, de que mais um filme precisa?
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Jodorowsky tenta sanar e curar todo o falso simbolismo através do absurdo e real. Isso é um filme.
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A Montanha Sagrada é uma das concepções visuais mais impressionantes que já vi na vida, onde traz toda uma crítica social ainda atual e oportuna, legitimada em conceitos estéticos - fotografia, figurinos, cenografia - que são de cair o queixo.
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O visual psicodélico construído com um detalhismo irretocável impressiona. Assim como as infinitas críticas ocultadas à cada simples frame. O final é digno de um balde de água fria para acordar-nos daquela fantasia.
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Lição de moral de Jodorowsky: Todo mundo é um bando de bosta e esse filme é uma merda.
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Muito bom este filme . O final deixa a desejar e tem momentos cansativos . Mais é crítico e inteligente e merece uma nota 9 . Como podem dar nota 3 e zero para este filme ?
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Uma via-crúcis ocultista através um inferno de politeísmo, violência e miséria? Sei lá... As pessoas cobiçam, esmagam, dizimam e depois rogam por clemência para livrarem suas consciências e irem pro paraíso. A Montanha Sagrada é uma ilusão. A vida, não.
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Surrealismo e experimentação em grau máximo.Usando de anarquia,sexo e simbolismos sem padrão há críticas para todo nicho social. Muito e nada unidos a cada cena.
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Está mais para uma pintura surreal... Ainda assim, horrível!