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8,3
Média
379 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Alberto Moravia (romance), Jean-Luc Godard (roteiro)
Gênero:
Origem:
,
Duração:
106 minutos

Lupas (44)

  • Diretor, roteirista e produtor que não falam a mesma língua (artística e literalmente, por mais que lang e paul se entendam) é das grandes expressões metalinguisticas do filme. a relação amorosa que escancara, em curto espaço de tempo, a falta de cuidado que leva ao desprezo e o texto belíssimo conduzido através de enquadramentos perfeitos e citações de homero e holderlin, fazem desse filme uma das melhores formas de ocupar 1:40h da sua vida

    Vander Vieira | Em 17 de Maio de 2020 | NOTA: 9.0
  • O século XXI é marcado por um punhado de pensamentos falando sobre narrativas e a questão da metalinguagem, daí nos arrebatar cada incursão nesse sentido. Talvez por isso que esse filme, mais do que as pirotecnias surrealistas e não lineares de Godard, seja tão reverenciado, pois faz sua crítica autorreflexiva com um "filme dentro do filme", combinando de um lado uma história de relacionamento com Bardot, e de outro as reflexões sobre cinema com Lang. Mais a genialidade de Godard. Obra-prima.

    Alan Nina | Em 19 de Abril de 2020 | NOTA: 9.0
  • Vale unicamente pela Brigitte Bardot. O resto é pastel de vento.

    Lucas Santos | Em 22 de Janeiro de 2020 | NOTA: 4.0
  • Um filme lento como habitual de Godard, mas tão belo e poético que faz valer cada momento. Os diálogos de Paul e Camille mostram como um relacionamento pode ser complexo e doloroso.

    Pedro Degobbi | Em 27 de Dezembro de 2018 | NOTA: 7.0
  • As cores, os diálogos, a fotografia, Palance, Bardot, Lang, Godard, o cinema. Obra singular e incomparável.

    Daniel Barreto | Em 13 de Dezembro de 2017 | NOTA: 8.5
  • O cinema nasceu mercadoria e acharam que podiam transformá-lo em arte. Cometeram esse equívoco e não podiam estar mais certos. Quem assiste quer comprar esse lirismo da vida. Não sei, não era o que esperava, mas agora é o que me atormenta.

    Guilherme Algon | Em 15 de Novembro de 2017 | NOTA: 8.5
  • Bombardeio de referencias e observações cínicas à arte e ao cinema e um drama amoroso dos mais belos e apaixonantes.

    Caio Santos | Em 30 de Setembro de 2017 | NOTA: 10.0
  • É sobre o Cinema, a vida, realidade, sonho, desejo - para se fazer pensar as casualidades que uma imagem pode criar, realizar e existir. É como dizem: "Todas as emoções humanas". Godard sabe como poucos desnudar as potencialidades da arte. Filme capital!

    Zacha Andreas Lima | Em 15 de Junho de 2017 | NOTA: 9.5
  • "Je t'aime totalement, tendrement, tragiquement." O mesmo homem que jura amor totalmente é o mesmo homem que despreza e agride a amada no dia seguinte. Não é um filme sobre amor, é a própria tragédia grega anunciada. As mais belas imagens do cinema

    Paulo Matheus | Em 19 de Março de 2017 | NOTA: 9.5
  • Angustiante por não sabermos ao certo o que ela/ele quer. Assim como a vida.

    Gustavo N | Em 10 de Dezembro de 2016 | NOTA: 10.0
  • Amei o climão ♥

    Anderson Placido | Em 07 de Agosto de 2016 | NOTA: 7.5
  • A quarta parede descrevendo a si mesma.

    Lucas da Costa Simão | Em 10 de Junho de 2016 | NOTA: 10.0
  • Esse Godard sim vale a pena, narrativo! Uma aula de tragédia grega (e cinema), sua moral, sua estética, com comentários de Fritz Lang, com uma bela trilha trágica, uma bela sensibilidade feminina em forma de B.Bardot, bela metalinguagem e direção de arte.

    Josiel Oliveira | Em 09 de Maio de 2016 | NOTA: 10.0
  • Filme bem bonito, mas solene e convencido tbm...

    Daniel Mendes | Em 20 de Dezembro de 2015 | NOTA: 7.5
  • O grande ponto do filme não é a metalinguagem, onde Godard brinca com Cinema e Arte. Não é o conflito entre Camille e Paul e o esmiuçar de um relacionamento. Mas sim a contemplação da imagem, o poder do 'motion picture' sobre quem assiste. Lindo é pouco.

    Kaio Feliphe | Em 05 de Novembro de 2015 | NOTA: 9.5
  • Demetrius Caesar nunca esteve tão certo

    Luis Felipe | Em 12 de Outubro de 2015 | NOTA: 8.0
  • A trilha apaziguadora acompanha um iminente processo de desconstrução conjugal. Ironicamente, Bardot e Piccoli estão em perfeita química. Não à toa, um dos grandes picos da nouvelle vague; com Godard espelhando um cinema dentro de outro.

    André Vidazinha | Em 02 de Abril de 2015 | NOTA: 10.0
  • Godard nunca foi tão longe sendo tão dono de si. Não obstante, tem a melhor trilha sonora dos filmes do diretor. Filme gigante e ainda mais lindo que Bardot, se é que é possível.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 20 de Novembro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Brigitte Bardot encanta (mas Anna Karina em Pierrot le Fou ainda é minha musa godardiana preferida) e a história carrega toda a sensibilidade que só Godard é capaz de emprestar a um filme. A cena inicial é um dos grandes momentos do cinema.

    Diego Henrique Silveira Damaso | Em 14 de Março de 2014 | NOTA: 8.5
  • 07/03/09

    Eduardo Scutari | Em 09 de Março de 2014 | NOTA: 9.0