O estouro de bilheteria, com certeza, foi causada por legiões de homens ávidos de ver Sonia Braga em cenas ousadas. À época, ela já havia embevecido muito marmanjo em Gabriela (1976). Este acaba sendo o único apelo do filme: uma coleção de sequências tórridas entremeadas por diálogos bestas.
Sônia Braga está ótima, tem uma boa direção, mas o roteiro podia ter sido melhor. Até levanta algumas questões em relação a protagonista mas não aprofunda muito. E também a partir de um momento fica um tanto quanto repetitivo. Mas de qualquer forma é um bom filme e vale a pena assistir.
Dividido involuntariamente em duas metades: a primeira é genial em comicidade, a segunda é destrambelhada que só. Jorge Dória rouba toda e qualquer cena. Compensa a conferida!
Um dos clássicos de um dos movimentos de Cinema brasileiro mais populares, com tudo de bom e ruim que a estética tipicamente própria da pornochanchada proporciona.
A premissa do Nelson Rodrigues é muito boa, mas muito mal desenvolvida aqui. O drama é completamente deixado de lado, soando bizarro, para explorar a sensualidade de Sonia Braga (que pelamor de mamãe!!!). A trilha de A Cor do Som ficou ótima também.