
- Direção
- Fernando Meirelles
- Roteiro:
- Don McKellar (roteiro), José Saramago (romance)
- Gênero:
- Drama
- Origem:
- Brasil, Canadá, Japão
- Estreia:
- 12/09/2008
- Duração:
- 120 minutos
- Prêmios:
- 61° Festival de Cannes - 2008
Lupas (42)
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Não ver para ver.
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Fiquei com a impressão de que é o típico livro que não se adapta ao cinema de forma convincente. A história é interessante, mas é mal filmado, as reações dos personagens diante do que ocorre não são fidedignas e é bem lento. O melhor da história está na capacidade do ser humano de ser pior do que qualquer vírus.
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Elenco desperdiçado em uma tremenda enganação. Sobrou falta de sutileza para a temática importantíssima que carrega. E faltou também uma fotografia para não doer a vista: após a sessão fica um vazio branco embaçado. Deve ter sido intencional...
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Um dos filmes mais indigestos que já assisti. (É um elogio). Levei 11 anos pra conseguir assistir de novo.
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Há uma diluição do que Saramago expõe na matéria-prima do filme, claro, porém é uma digníssima adaptação; subestimada e esquecida no tempo, mas uma digníssima adaptação.
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entre escolhas visuais e narrativas equivocadas, resta apenas uma força residual da obra que o inspira.
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19/09/08 -Intelectualmente complexo, mostra as barbáries que o ser humano é capaz de cometer quando os limites impostos pela lei não existem. Numa metáfora em relação à consciência política atual, Saramago escreveu uma história perturbadora e refinada.
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UCI, 02-11-2008, $6. ARQUIVO.
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Alguém me explica a reação da protagonista ao ver seu marido a traindo?
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Infelizmente o roteiro não consegue abastecer a obra original, faltam as metáforas, os diálogos questionando a situação, o que não podemos ver apenas com os olhos na tela.
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Nessa vida tão corrida e agitada, apenas algo como uma "cegueira" para enxergarmos o próximo ao invés de apenas nós mesmos.
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É sobre opressão, sobre o ser humano em seu pior quando imerso na necessidade de sobrevivência. Julianne Moore jamais decepciona. Algumas decisões são equivocadas (pra que a narração do Danny Glover?), mas não há nada que prejudique o conjunto. Muito bom.
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Seja pela escolha narrativa horrível, fotografia enjoativa e duração longa de forma torturante, em momento algum Ensaio Sobre a Cegueira chega perto da grande e genial alegoria social que sua premissa impõe, terminando um filme chatíssimo nada inspirado.
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Se Meirelles fizesse filmes tão bons no Brasil como faz nos EUA teríamos um cinema bem mais coerente e significativo.
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Em cenas chave tudo parece patético quanto muitos filmes de sobrevivência, apenas isso, por mais camadas de pretensão artística que possam ter colocado sobre sua produção.
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Tirando o tom de parábola, e com inevitável diminuição do poder alegórico da obra literária, Meirelles realiza uma competente adaptação, mais realista e fria, mas com suas metáforas ainda residentes. José Saramago aprovou, tá aprovado!
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o livro é fantastico e o roteiro bem trabalhado.poderia ser muito muito melhor
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Não é preciso dizer o quão superior é o livro de Saramago com relação ao trabalho de Meirelles. O excessivo uso da cor branca e alguns probleminhas de roteiro diminuem o filme, mas em alguns momentos ele consegue emocionar o espectador.
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Uma história fantástica de Saramago, tem uma boa adaptação aos cinemas. Meirelles mostra certa maturidade e consegue transpor a essência da historia do livro. Cenas repetitivas, ritmo lento e uma fotografia boa, mas exagerada, são os pontos fracos.
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Grande filme. Dauqeles do tipo ame-o ou odeie-o. Eu fico com a primeira opção. Transmitiu muito bem a ideia do original de Saramago e a angustia dos portadores da tal doença branca.