
- Direção
- Roteiro:
- Larry McMurtry (roteiro), Diane Ossana (roteiro), Annie Proulx (conto)
- Gênero:
- ,
- Origem:
- Duração:
- 134 minutos
- Prêmios:
- 63° Globo de Ouro - 2006, 78° Oscar - 2006
Lupas (53)
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Ang Lee cria um cenário nostálgico na primeira metade do filme. A segunda parte é bem conduzida e não peca tanto nos saltos de tempo em um curto período (esse pra mim é um dos poucos pontos negativos do filme). A ambientação é o grande destaque do longa
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10/09/2022
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A paixão atormentada pelo ódio que atravessa o tempo, mas não a infinitude. As idas e vindas, o retorno ao velho refúgio, as carícias sob vigilância; uma reformulação do amor proibido, que percorre o longo caminho do tempo e as curvas da vida. A ambientação de um universo áspero, interiorano, onde a masculinidade é uma exigência constante, cria um contexto ainda mais denso para o romance. As belas paisagens e a trilha sonora constroem um mundo em que o rústico e o idílico se cruzam.
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“Brokeback Mountain” é um filme sobre sonhos suprimidos. É uma história de amor épica e linda que desafia o preconceito. O final é belíssimo, a atuação de Heath Ledger é maravilhosa.
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A velha tragédia dos amantes proibidos, shakespeariana por excelência, narrada com uma elegância e sobriedade raras. Dos grandes filmes românticos de sua década, desses de realmente partir o coração.
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Belos cenários e boa fotografia, as atuações são boas, mas não chegam a empolgar de fato. As subtramas familiares não funcionam e uns 20 minutos a menos de cenas desnecessárias não fariam mal. Acho que faltou mais ousadia ao diretor.
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Sem dúvida, uma das melhores fotografias que já vi. Ang Lee maneja com maestria a câmera integrando o ambiente dentro da história como se fosse um personagem. Polêmicas de lado, é um belo filme, humano, sensível e que foge de reflexões morais ou política
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Elenco em forma.
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Mesmo com tantos saltos temporais e pouca fala, é bastante envolvente e certeiro ao colocar a situação dos caras e principalmente de sua mulher. A sensibilidade é a grande característica de Ang Lee, seus filmes são muito humanos, acertam nos sentimentos.
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Filme extremamente sutil em sua verdadeira mensagem de seguir o próprio coração, seguir o instinto natural e ver o que acontece. Uma eficiente e sensível metáfora sobre o amor e as escolhas ao longo da vida. Boa direção!
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ARQUIVO. REVER!
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05/06/06 - Ang Lee já abordou o tema de maneira superior em "O Banquete de Casamento".
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Quando se é preconceituoso, deve-se estar apto a mesmo não gostando, aceitar, pois é tão comum quanto o nascer do sol. Belíssimas a parte técnica e a visual.
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Muito relevante.Aborda questões bem interessantes.As atuações são muito boas.A fotografia é ótima.O final é dramático.Vale a pena!
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Bonito filme.. e que mestre da atuação era o Heath Ledger!
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Sensível e com a profundidade necessária que o tema exigia. Sem pieguismos, Lee constrói seus personagens cuidadosamente, fazendo com que os anos que se passem tornem-se cada vez mais dolorosos também para o espectador. Atuações poderosas.
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Lindo filme com ótimas atuação e bela fotografia!
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Pouquíssimos romances se encaixaram tão perfeitamente como esse. Convenhamos: a maioria das pessoas poderá incomodar-se com seu teor, mas o filme é uma obra-prima delicada e arrebatadora. Sutil, porém destruidor. O Oscar deveria ser dele. Lindíssimo.
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História poderosa de um amor impossível. A sensibilidade com que se trata o início de uma amizade e o começo de uma história de amor é apenas um dos diferenciais desse filme. Acresça-se a isso a direção sutil de Ang Lee, que direciona os atores a atuações sensíveis e cheias de nuances.
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lindo. muito bem dirigido, atuação e trilha sonora marcante. figurinos absolutamente fantásticos. um dos filmes mais completos do taiwanes ang lee. conquistando o oitavo lugar na lista dos filmes românticos de maior bilheteria de todos os tempos.