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7,8
Média
179 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Samuel Fuller (roteiro), Curtis Hanson (roteiro), Romain Gary (argumento)
Gênero:
, ,
Origem:
Duração:
84 minutos

Lupas (17)

  • No campo da hipocrisia social, quando Samuel Fuller decide virar sua câmera para aquela que é a faceta mais sórdida da raça humana; O resultado é uma obra visceral, reflexiva, impactante e desoladora. O racismo é uma doença degenerativa da alma humana.

    Zacha Andreas Lima | Em 01 de Setembro de 2019 | NOTA: 8.5
  • História grossa e direta, com um comecinho bem colocado pra situar o principal - a fera é cruel demais! Julie abraça o cão,ele está calmo parece até chorar,a câmera gira e vemos sua outra face,assustadora e pronta para matar. Difícil achar cena a nível.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 09 de Maio de 2018 | NOTA: 9.0
  • A mensagem anti-racista é, e sempre será, necessária no cinema, todavia é inegável como tudo no filme está datado, da direção até a montagem, linguagem, roteiro e atuações. Tipo de película que poderia ter um remake ou readaptação da obra original.

    Gustavo Hackaq | Em 24 de Abril de 2018 | NOTA: 5.0
  • acredito que nenhum filme tenha conseguido sintetizar tão bem o sentimento do ódio quanto esse, lhe dá uma origem, o medo, e uma face e essa face toda vez que aparece é aterrorizante. que trabalho de Fueller e Marricone.

    Pedro | Em 06 de Novembro de 2017 | NOTA: 10.0
  • A ideia da história é interessante, mas o objetivo simplista do roteiro (não há uma única subtrama aproveitável) não deixa o filme evoluir, além de tudo, o desfecho é bem decepcionante, ainda que contenha alguma crítica.

    GILBERTO C. MESQUITA | Em 16 de Novembro de 2015 | NOTA: 3.5
  • A cena final é massacrante.

    Nilmar Souza | Em 07 de Agosto de 2015 | NOTA: 8.5
  • A fúria animal é uma metáfora clara: o ódio pode ter funcionamento análogo a um câncer no estágio de metástase, tomando conta de todo o corpo. O desfecho é péssimo pelo que traz de perturbador.

    Patrick Corrêa | Em 10 de Janeiro de 2015 | NOTA: 8.0
  • Bom filme !

    Marcelo Moraes de Albuquerque | Em 10 de Setembro de 2014 | NOTA: 8.0
  • Fuller de novo brilhante esteticamente, e agora com a trilha do Ennio Morricone, sensacional. É um roteiro cheio de ironias, e que rende ótimas cenas. Uma ode à utilização de animais no cinema.

    Josiel Oliveira | Em 21 de Abril de 2014 | NOTA: 9.0
  • 08/04/14

    Eduardo Scutari | Em 09 de Abril de 2014 | NOTA: 8.0
  • Filme B sessentista em plena década de 80 é um primor narrativo de Fuller e sua imagem final é das coisas mais significativas em se tratando de racismo no cinema.

    Caio Santos | Em 29 de Março de 2013 | NOTA: 8.0
  • Já inventaram uma arma tão poderosa quanto a câmera usada por Fuller? Eu posso falar em intensidade, visceralidade e mais um montão de bobagens, que não explicarei porra nenhuma. Só entrando no campo de batalha criado por ele para entender.

    Daniel Mendes | Em 26 de Março de 2013 | NOTA: 8.5
  • Sabe aqueles filmes que deixam seus olhos marejados? Não por serem emocionantes, ou algo do tipo, mas por serem perfeitos. Cão Branco é assim. Cada enquadramento, cada travelling, cada nota da trilha de Morricone... enfim. A perfeição segundo Fuller.

    Kaio Feliphe | Em 22 de Março de 2013 | NOTA: 10.0
  • Em um mundo onde o colorido se torna preto e branco, o cão ladra e uma brutal alegoria sobre intolerância surge. Até quando nos deixaremos adestrar com o ódio?

    Vinícius de Castro | Em 18 de Janeiro de 2013 | NOTA: 9.0
  • No início o charme estava no subtexto, contudo depois de uns 45 minutos o filme abre as pernas para a mensagem anti-racismo escancarada.

    Danilo Rocha | Em 13 de Fevereiro de 2012 | NOTA: 7.0
  • O preconceito irracional e incontrolável, descoberto na escuridão, repassado por gerações e aprendido com eficácia, visto sob o angulo metafórico e genial de Fuller, que acompanha tudo com sua câmera impetuosa e consolida uma obra realista e original.

    Bruno Kühl | Em 16 de Setembro de 2011 | NOTA: 9.0
  • Filme tosco, mal trabalhado com enredo e roteiro fraco péssimas atuações e diangolos inexpressivos

    Henrique | Em 17 de Março de 2011 | NOTA: 3.5