Lupas (1873)
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Uma das melhores adaptações da nona-arte, sem dúvida, e a melhor extração de um material do Alan Moore para as telas! Além disso, a mensagem é universal!
Douglas R. de Oliveira | Em 20 de Maio de 2012.
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Auto explicativo demais, porém a premissa é levemente mais bem explorada do que no primeiro filme, e continua sendo bem divertido. Sobrou homenagem ao antecessor, e faltou identidade neste segundo bom filme.
Douglas R. de Oliveira | Em 20 de Maio de 2012.
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Um filme que nos convida a filosofar sobre o acaso e o amor, e por várias maneiras. É, de longe, um dos melhores filmes a estrear no Brasil em 2011, junto de Cópia fiel e A árvore da vida.
Douglas R. de Oliveira | Em 19 de Maio de 2012.
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É transcendental não apenas como a proeza fílmica que é, mas em seus valores como cinema da mais nobre qualidade, de ótima narrativa rítmica. Derrapa seu nível de coerência nos instantes finais, mas nada mais pode impedir a obra de ser um filmaço brazuca.
Douglas R. de Oliveira | Em 18 de Maio de 2012.
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A primeira vista é só cinema despretensioso da mais alta qualidade, com situações hilárias (todas envolvendo esgotamento nervosos), mas aos poucos se mostra como a grande aula de cinema que é, em um dos melhores e mais divertidos filmes do mestre Fellini.
Douglas R. de Oliveira | Em 18 de Maio de 2012.
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O mais dualístico e completo da trilogia das cores. Muito bom.
Douglas R. de Oliveira | Em 18 de Maio de 2012.
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As cores de Ferrara, sua imprevisibilidade, sua loucura num mundo louco por si só, uma loucura impregnada pelo realismo. FILMAÇO, desses capazes de causar ressaca.
Douglas R. de Oliveira | Em 18 de Maio de 2012.
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Junto de "Matar ou morrer", inaugurou um novo tipo de faroeste, psicológico e com toques mistos de outros gêneros. Ótima metáfora, machista, cruel e que se equilibra na corda bamba para não ser desmistificado pela própria história.
Douglas R. de Oliveira | Em 14 de Maio de 2012.
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Sobrevivendo, respirando e tendo esperanças o suficiente para se manter de pé, graças à arte! Woody Allen fez aqui mais um dos seus filmes definitivos, junto com Annie Hall e Manhattan.
Douglas R. de Oliveira | Em 14 de Maio de 2012.
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Eu realmente gostaria de ser aquela jornalista... Bergman desnuda ainda mais sua persona, sem jamais se desmistificar. Documentário brando até demais.
Douglas R. de Oliveira | Em 13 de Maio de 2012.
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Lembro que assisti no cinema, lembro que fiquei com dor de cabeça, lembro que o motivo de ter odiado foi bem maior que a irritante câmera em primeira pessoa.
Douglas R. de Oliveira | Em 09 de Maio de 2012.
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Lee versus Norris, uma das melhores lutas do cinema, luta épica!
Douglas R. de Oliveira | Em 09 de Maio de 2012.