Cineplayers Cast 70 - A Favorita
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No Cineplayers Cast dessa semana falamos de A Favorita, grande vencedor do BAFTA e rival direto de Roma no Oscar.
Rodrigo Cunha, Bernardo Brum, Heitor Romero e Cesar Castanha juntaram-se para debater tudo sobre o filme mais popular do alternativo Yorgos Lanthimos, sobre as atuações mais elogiadas da temporada e tentem descobrir qual é a nossa "favorita" da Rainha Anne! Além de uma aula gratuita sobre a função do protagonista, por Bernardo Brum.
Tudo isso e muito mais no Cineplayers Cast, seu podcast semanal sobre cinema.
SPOILERS DAS INTRIGAS DE MULHERES PODEROSAS
Duração: 85 minutos
Edição: Edu Aurrai
Mais um excelente! podcast para um excelente! filme. parabéns!! a todos envolvidos mais uma vez, Cunha , Brum, Heitor e Cesar. continuem sempre assim vocês são Ótimos.
Muito obrigado. :))))))
Cara... não dava nada p/esse filme, achava q era um filme de época quadradão, não conhecia nada do diretor, um filme que provavelmente passaria batido p/mim.. na verdade fui ao cinema pra ver o filme do Van Gogh, cancelaram a sessão, e eu acabei vendo A Favorita msm.
Pra mim foi uma gratíssima surpresa, um filme de época nada convencional, uma direção ousada bem autoral, aqueles olho-de-peixe styles, moderna sem perder a classe da época. E me lembrou mto A Criada do Chan-wook Park, q é um dos poucos diretores que me chama a atenção da nova geração.
E assim.. o q mais me chamou a atenção, na verdade, foi a profundidade da crítica política, um soco muito bem dado na cara da Monarquia... dá agonia como uma decisão tão importante como aquela, q mudaria o destino de toda uma nação, fica tão escondida, não é debatida (ou a rainha não presta atenção kk), o parlamento quase q não serve de nada ali.. o q decide são os caprichos e afetos da rainha.
Foi mto foda isso, e foi o q achei de mais consistente no filme.
Tanto achei que essa subcamada política é central no filme que a leitura que eu fiz do final c/os coelhos foi justamente essa.. toda aquela estrutura de poder, o jogo de influências, toda aquela nação.. são reduzidos a um ciclo (aí eu concordo com o Brum, na circularidade) onde tudo aquilo e todos são como coelhos de estimação da rainha... disputando seu afeto, a mercê de seus caprichos.