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- Direção
- Scott Derrickson
- Roteiro:
- Scott Derrickson (roteiro), C. Robert Cargill (roteiro), Joe Hill (romance)
- Gênero:
- Terror
- Origem:
- Estados Unidos
- Estreia:
- 21/07/2022
- Duração:
- 102 minutos
Lupas (15)
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Explora com profundidade os encontros do jovem protagonista com as antigas vítimas, revelando uma reflexão instigante sobre as complexidades das conexões ocultas. Apresentaria alguns reparos aqui ou ali, porém, passa de ano na média final.
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Apesar de repetir a fórmula mágica de sucesso do atual nicho comercial dos filmes de terror, apresenta situações interessantes que com fluidez acertada, constroem um personagem horrível no coletivo imaginário. Talvez Ethan Hawke pudesse ser melhor aproveitado
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Até a cena explícita do sequestro, o filme anda bem no ritmo do suspense sem revelar muito sobre quem é e o que faz o vilão. Aí depois entra o grande problema: o Ethan Hawke é muito gente boa para fazer um personagem malvado.
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O climão ameaçador do primeiro ato cede espaço a um suspense tedioso e de inserções sobrenaturais duvidosas. Derrickson já fez melhor, e não dá para negar que havia uma boa expectativa antes da sessão. O grande destaque é Hawke, detestável como o sequestrador mascarado.
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Um dos melhores filmes de terror que vi nos últimos tempos.
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Personagem 10,0; Elenco 4,0.
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BEABA, quase um Feel Good Movie de terror.
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Impressiona logo no começo pela violência e imagem "suja". A longa estadia do menino no cativeiro e suas tentativas de fuga traz uma tensão razoável e uma boa atmosfera.
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Legal. Nada mais para dizer
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Embora seja tudo esquemático, com um final clichezão, a ambientação é ótima, e as crianças dão um show à parte. Destaque também pra trilha sonora esperta e pra fotografia. Agora os policiais são bem tapados mesmo hein, aliás, não espere aqui algo muito inteligente, e nem muitos sustos, o roteiro irá te conduzir linearmente, ainda que usando elementos metafísicos
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Saí do cinema certo de que o roteiro lembrava muito as obras de Stephen King e descubro, agora, que é baseado em livro de seu filho, Joe Hill. Mescla um tema macabro realista com elementos sobrenaturais engendrando-os numa narrativa com toques de romance de formação, onde crianças promovem e sofrem violências pesadas. Derrickson mostra ter boa mão para o horror não é de hoje e aqui acerta novamente na criação da tensão. Madeleine McGraw é um achado, rouba o filme pra si.
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Cumpre seu papel no que diz respeito a atmosfera e cenas de terror, mas seus clichês não o deixam sair do razoável.
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"O Telefone Preto" utiliza-se de uma estrutura minimalista, com uma direção elegante e atuações convincentes (seja da dupla infantil ou do vilão interessantíssimo de Ethan Hawke) para explorar os medos que compartilhamos na fase infantil (que ecoam por toda a vida), que vão muito além de um misterioso seria killer à solto na vizinhança. O clima setentista (seja no visual em tom sépia ou na trilha sonora característica) é bacana também. O roteiro simplista talvez seja seu "Calcanhar de Aquiles".
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Esperava outra coisa. Acho que esse terror poderia passar na Sessão da Tarde, rs.
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É um filme bom, simples assim. A história é bem batida e o elenco esta ok! Mas, sabendo que é um filme de baixo orçamento (como quase todos da Blummhouse) podemos relevar. Nesse sentido, acredito que o filme entrega aquilo que é proposto - um thriller sobrenatural na década de 70. Estou bastante interessado em saber quais produções irão sair desse filme. Recomendo! É uma boa sessão da tarde.