
- Direção
- Gaspar Noé
- Roteiro:
- Gaspar Noé, Lucile Hadzihalilovic
- Gênero:
- Suspense, Drama
- Origem:
- Alemanha, França, Itália
- Duração:
- 160 minutos
- Prêmios:
- 62° Festival de Cannes - 2009
Lupas (18)
-
Experimentalmente CHATO. Noé é um porre.
-
O nítido ar de maior liberdade artística desabrocha alguns defeitos de Gaspar Noé em Enter the Void, algo que parece de propósito: o mais gritante aqui talvez seja a câmera à la GTA do final dos anos 90, ainda por cima vertiginosa; mas ainda assim com controle cênico desafiador em diversos momentos. Agora, uma coisa indiscutível é a direção de atuação, algo de costume do argentino e nada menos que antológico.
-
Mais um filme de Noé que só quem experimentou o conceito narrativo pode captar o objetivo cinematográfico.
-
O maior problema de Gaspar Noé é tentar extrair até a ultima gota de suas ideias "revolucionárias". Enter the void começa simpático, mas logo se torna enfadonho e piegas. Uma hora a menos e ninguém notaria os excessos de defeitos que a fita possui.
-
Este filme é mesmo uma droga: te deixa ligadão da primeira vez, e nunca mais repete o feito. Se é um experimento, não deu muito certo.
-
Quem precisa de LSD quando existe esse experimento do Gaspar Noé? Ninguém!
-
É a pura falsa transgressão, psicodelismo pra impressionar os impressionáveis, jogo de câmera pra causar náusea no espectador, e muito mais blá. Passo.
-
Noé sendo um bom picareta.
-
'Não os que morrem, mas os que morrem antes de querer e dever morrer, os que morrem em agonia e dor, são a grande acusação lavrada contra a civilização.' Herbert Marcuse, Eros e Civilização.
-
Ninguém nunca recomendará por ser o grande filme que evidentemente não é; antes por ser um objecto singular,coisa rara nunca vista,passagem do terror de feira popular que se atravessa para se dizer que se passou por ela e que não deixa ninguém incólume.
-
O que poderia ser um grande circo alegórico gratuito ganha poder numa história crível e empolgante - quase três horas duma viagem psicodélica fenomenal, com Noé guiando a câmera como um deus e tratando a imagem com maestria. Excepcional.
-
Noé cria uma técnica que muitas vezes impressiona, em outras torna-se repetitiva e cansativa, mas não um é "experimento" gratuito como dizem, por trás das cores e da camera flutuante existe uma bela história sobre nascimento, laços entre irmãos e morte
-
Em meio a tráfico,solidão,e uma tokyo suja, horripilante e traiçoeira... Tudo acaba em amor de familia. "O filme não narra... O filme acontece!"
-
Sadomasoquismo caolho para cinéfilos mimados que se impressionam fácil.
-
Overdose psicossomática orgásmica.
-
...
-
Uma grande bobagem,psicodélica até a alma e fascinante como poucos.Tem uma estrutura curiosa,onde parece não haver sentido,mas que vai se construindo com o andar da loucura. Poderia ser menor.
-
É o cinema de Noé, disposto a quebrar certas barreiras, mas que aqui acaba impedindo um envolvimento maior do espectador. Em contraponto a primeira genial meia hora e belas cenas, muitos momentos desinteressantes que desequilibram o resultado final.