- Direção
- Charles Chaplin
- Roteiro:
- Orson Welles (idéia), Charles Chaplin (escrito por)
- Gênero:
- Comédia, Drama
- Origem:
- Estados Unidos
- Duração:
- 124 minutos
- Prêmios:
- 20° Oscar - 1948
Lupas (21)
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Depois do longa engraçadíssimo e, genial (O grande ditador) Charles Chaplin investe mais no drama. Contudo, sem perder a comédia. Mas agora, temos um humor negro. O público espantou-se, claro. Porém, o grande Chaplin maravilhoso como sempre, com bastante criatividade e pessimismo conta uma história protagonizada por um anti-heroi vítima da grande depressão americana.
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Não chega a ser um espetáculo como outros trabalhos de Chaplin e o estilo de humor não funciona muito, mas algumas boas cenas bem marcantes e as reflexões da parte final sobre o período retratado garantem um bom filme.
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Ao mesmo tempo em que é absolutamente hilário ( sequência da troca do veneno com o remédio é demais!), faz também uma crítica contundente ao contexto da época, ao capitalismo desenfreado, ao militarismo, egoísmo e fascismo. Chaplin era um gênio!
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Assim que Chaplin aceitou o cinema falado, escancarou de vez o tanto que tinha para dizer. A inocência do Vagabundo ficou para trás e deu lugar a acidez de um anti-herói tão terno quanto atroz.
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17/03/07 - Usando humor-negro, Chaplin criou uma divertida discussão sobre moral e ética.
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Chaplin Changes! Uma concepção do conquistador como um artista muito foda do Chaplin, um personagem de moral dúbia com questionamentos interessantes, onde na verdade a grande vilã é a recessão e o capitalismo. E uma conclusão com texto bem ao seu estilo.
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Lança mão do cinismo e deixa o humor físico quase totalmente de lado a fim de mostrar um pouco da sordidez humana, ainda assim capaz de pequenos surtos de bondade.
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Tragicômico, sem dúvidas, mas tendo a comicidade como meio para o fim, que é a tragédia. Um Chaplin diferente com um discurso final que, por seu pessimismo quanto à humanidade, serve de perfeita antítese com o otimista fim de O Grande Ditador.
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Reunião de dois gênios (Chaplin e Welles) só poderia resultar em um excelente filme! O trabalho mais diferente de Chaplin, mas só acrescenta ainda mais brilhantismo à sua filmografia!
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Chaplin se despe de seu humor - nem é engraçado - e sua imagem inocente e parte para um personagem (excelente,por sinal) frio,ambicioso,calculista ainda assim familiar,em momentos. É veladamente ácido e altamente politicamente incorreto.
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Monsieur Verdoux é um dos personagens mais intrigantes e interessantes do cinema. Chaplin está ótimo mesmo bem longe do que estava acostumado a fazer.
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Deliciosamente irônico.
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É um dos mais engraçados de Chaplin e também um dos mais tristes. Há pouca genialidade comparando aos seus outros trabalhos, mas não deixa de ser uma grande obra.
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Chaplin trata Verdoux como sendo a síntese de um período marcado por fortes ambiguidades morais! De certa forma funciona como uma previsão para o futuro. Um mundo cínico se cria! Pena que ''Monsieur Verdoux'' seja uma obra esquecida. Tem muito a dizer...
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fabuloso, genial. um thriller de suspense e assassinato leve e engraçado. texto simplesmente maravilhoso.
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Poderoso para o seu tempo, mais um dos grandes de Chaplin.
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Henri Verdoux explora os mesmos temas que Chaplin abordou em sua obra só que em uma perspectiva diferente. Verdoux é frio, calculista, inteligente e sedutor, ou seja, oposto ao Carlitos. É interessante ver tais temas por pontos de vistas diferentes.
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Chaplin nunca desaponta
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Verdoux representa o lado mais desventurado e funesto de Carlitos, o tragicômico alter ego de Chaplin. Aqui mais trágico que cômico, Chaplin nos deixa sem chão. E o riso fácil aos poucos vira ironia desconcertante.
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O Melhor de Chaplin.