Saltar para o conteúdo

Anjo Exterminador, O

(Ángel Exterminador, El, 1962)
8,5
Média
418 votos
?
Sua nota
Direção
Luis Buñuel
Roteiro:
Luis Buñuel (roteiro), Luis Alcoriza (roteiro), José Bergamin (peça)
Gênero:
Comédia, Fantasia, Drama, Suspense
Origem:
México
Duração:
95 minutos
Prêmios:
15° Festival de Cannes - 1962

Lupas (41)

  • De um frescor admirável, uma elegância sem igual; verdadeira face do espírito libertário. Buñuel realizou um filme por vezes impenetrável, de mil configurações, mas aí reside sua riqueza, sua transgressão; quebra total do rito e da condição humana. Expressão máxima do absurdo da existência nossa de cada dia. Um monumento!

    Zacha Andreas Lima | Em 02 de Julho de 2020 | NOTA: 10.0
  • Profundo, perturbador e fantástico. Impossível sair da cena do filme, a sala torna-se a nossa mente.

    Mariri | Em 24 de Maio de 2020 | NOTA: 9.0
  • Reconheço a importância da obra, mas confesso que não a digeri bem.

    Henrique Gil | Em 15 de Abril de 2020 | NOTA: 6.0
  • A classe burguesa colocada a preço de sobrevivência nesse interessante teste psicológico. De início, agrada muito por vermos a mudança de comportamento de cada convidado e como sua formalidade vai se transformando em grosseria e, até mesmo, violência. O problema é que o foco nisso se estende ao ponto de se tornar chato. Ao sair da casa, o final volta a impactar com a inocência simbólica já de Buñuel com as ovelhas correndo para a igreja em meio ao caos da cidade.

    Eduardo Percequillo Freire de Souza | Em 03 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 7.0
  • Buñuel traça uma crítica à uma sociedade dividida na qual suas classes não conseguem transpor as barreiras que as separam. Além de uma bela simbologia do homem, o urso adestrado como ovelha, regido por pastores em seus hábitos e também crenças religiosas

    Eliezer Lugarini | Em 19 de Outubro de 2018 | NOTA: 9.0
  • A sujeira estampada, a falsidade se revelando e toda a classe da burguesia se desabando, despertando o seu lado primitivo e selvagem. Uma ideia simples (e com um roteiro equilibrado; ácido na medida certa) que abre margem para uma profunda e insólita obra

    César Barzine | Em 24 de Setembro de 2018 | NOTA: 9.0
  • Uma alegoria feroz, sarcástica e livre de qualquer convenção. Buñuel conduz a burguesia ao seu estado mais lastimável e destrói qualquer possibilidade de redenção ao prendê-los em uma condição existencial cíclica e penitente. Obra-prima.

    Fabio Bach | Em 07 de Março de 2018 | NOTA: 10.0
  • 17/07/06-Uma grande obra surrealista de Buñuel que faz uma crítica às futilidades e hipocrisias da burguesia. Repleto de elementos surreais, há até carneiros e urso passeando pela casa.Dirigido com precisão, equilibra seriedade e humor.Bela fotografia P&B

    Eduardo Scutari | Em 11 de Maio de 2017 | NOTA: 9.5
  • Me lembrou A Regra do Jogo na proposta inicial, mas toma rumos que o roteiro poderia ser atribuido à um Bioy Casares ou Borges e eu não ficaria surpreso.

    Alexandre N. Magno | Em 06 de Dezembro de 2016 | NOTA: 8.0
  • A situação hipotética nos mostra que até os mais lapidados podem ser rústicos e vise e versa. Uma inesquecível obra de arte.

    Leandro Lucena | Em 28 de Agosto de 2016 | NOTA: 8.0
  • Que ideia sensacional.Não interessa quais teorias e simbologias podem ser imaginadas. A graça mesmo é essa ideia absurda,bem desenvolvida e toda o estranhamento extraído do afloramento da selvageria humana. Originalidade bruta,surrealismo máximo.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 14 de Fevereiro de 2016 | NOTA: 9.5
  • Ninguém consegue sair. De onde vem isso? O princípio talvez seja o do pesadelo como esse momento em que a angústia irrompe fortemente porque nos aproximamos dos desejos mais reprimidos, isto é, mais proibidos.

    Edward Jagger DeLarge | Em 30 de Agosto de 2015 | NOTA: 6.0
  • Uma metáfora que nos conduz a um quebra-cabeças complexo e intrigante, mostrando-nos uma estranha sensação de isolamento e uma angustiante degradação ascendente.

    Gustavo de Souza Silva | Em 19 de Março de 2015 | NOTA: 9.0
  • Buñuel desvirtua a pseudo-supremacia da burguesia; aprisionando-a em seu casulo anti-social como forma de faze-los refletirem à cerca de si mesmos e perceberem a mediocridade de suas condutas.

    André Vidazinha | Em 14 de Março de 2015 | NOTA: 5.5
  • Uma das maiores críticas em forma de cinema já realizadas. A burguesia pira até hoje.

    Nilmar Souza | Em 27 de Novembro de 2014 | NOTA: 9.5
  • Sempre mordaz, Buñuel satura personagens e público na restrição espacial e dilata cada minuto para acusar o ser humano - para além de classe social e instituição religiosa - com o dedo em riste.

    Patrick Corrêa | Em 06 de Maio de 2014 | NOTA: 8.0
  • Esse filme eu e meu namorado lindo, maravilhoso, unanime assistimo juntos e eu não entendi nada :D Ai ele me explicou e eu fiquei muito feliz!

    Bruna Pires | Em 30 de Março de 2014 | NOTA: 8.0
  • Somos o que somos e fazemos o que fazemos. Mas afinal, quem somos? Meio ao processo, perdemos nossa identidade e passamos a ser parte de um todo, do qual sequer sabemos o que seja. Buñuel brinca de levar os favorecidos ao seus apuros, de forma surreal.

    Gabriel Fagundes | Em 25 de Março de 2014 | NOTA: 9.0
  • Crítica à sociedade (especialmente à burguesa), com uma mescla do encontro do real com o irreal (que seria uma síntese do surrealismo). Com o tempo, tudo é agoniante: sobretudo a claustrofóbica impossibilidade de saída e a hipocrisia dos personagens.

    Diego Henrique Silveira Damaso | Em 03 de Novembro de 2013 | NOTA: 8.0
  • Uma Obra Prima Máxima...

    Renan Fernandes | Em 13 de Outubro de 2013 | NOTA: 10.0