Este comentário é recomendado pela equipe Cineplayers.
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Steve Jobs era minimalista, perfeccionista e desenhou o design do robô Eva, o ser autômato que vem para a Terra procurando vida orgânica e acha um pequeno grande par romântico. Inclusive, Jobs também chegou nesse planeta à procura de algo novo, e como não achou, tratou logo de construir (Se você, caro cinéfilo tem um computador em casa e talvez seu neto, seu filho ou até mesmo você terá um robô doméstico, agradeça ao gênio criador do iPod). Ele foi transportado através de seu visionarismo para um lugar distante, longe do conformismo chamado Apple, e entre problemas e acertos adquiriu a Pixar das mãos do criador de Star Wars. Ao chegar na Apple, as pessoas que só veem o que seus olhos enxergam acusam que o ritmo da sua história cai, quando na verdade o ritmo ou o que acontece não importam, e sim a significância libertadora do que ocorre enquanto isso. Jobs e seu par romântico (Que no seu caso não é um só, devido à vasta carga de produtos inventados com inteligência artificial) vivem aventuras que graças às reflexões dos acontecimentos vão muito além do que parece ser em uma primeira olhada. Jobs, como todo herói ou protagonista de uma história tem conflitos e sofre equívocos do acaso, perdendo, naturalmente, às vezes, a diretriz. Até que ele volta para a Terra, de onde saiu para cumprir com seu papel na história, para sua jornada ter terminado bem – no dia 5 de outubro de 2011.
E a propósito, antes que eu me esqueça, todos que querem pensar diferente devem assistir Wall-e; faz bem.
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